Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
3 de agosto de 2006
São as férias!
É este calor que me entorpece as ideias.
É a inacção de uma acção desenfreada.
São os dias que passam a correr.
É o sol que me deixa a cabeça desnorteada.
É a folga que gosto de fazer.
E a gula.
São as feiras que não quero perder.
São os petiscos e os mariscos e as espetadas de lula (foi só para rimar).
E tantas coisas mais, que me apetece adormecer.
31 de julho de 2006
Tempo de Descanso (ou não)!
ESTOU EXAUSTO!
23 de julho de 2006
De volta!
18 de julho de 2006
Vem o Verão ...
Vem o desejo de dormir o que não pude durante tempo de mais.
Vai-se a vontade de fazer o que quer que seja.
Vem o desejo de preguiçar todo o dia.
17 de julho de 2006
Leituras!
Recomendo.
Correcção: no post anterior, em vez de Fuchesca é Duchesca
12 de julho de 2006
Leituras!
Comecei a ler A Viela da Duquesa, de Sveva Casati Modignani. ´O original, em Italiano, data de 2001 (Vicolo Della Fuchesca).
Por cá, a ASA publicou a 1ª edição em Abril de 2003. 522 páginas.
9 de julho de 2006
5 de julho de 2006
À minha volta!
Julgam os outros pela quantidade de tempo que dedicam a uma tarefa - não interessa se essa tarefa pode ser feita rapidamente - mais tempo na tarefa implica (crêem elas) maior qualidade, mais empenho e maior dedicação.
Se fôssemos simples na resolução dos problemas, teríamos mais tempo para aquilo que é realmente importante: as pessoas, quaisquer que sejam. Não são papéis bonitos que fazem as pessoas felizes, mas pessoas felizes fazem coisas bonitas.
3 de julho de 2006
Crash!
Já me tinham sugerido o filme, mas como me disseram que tratava assuntos raciais, não o quis ver (não aprecio ver a desgraça humana). Ontem, cedi e vi-o. Desde o início apeteceu-me parar, não por ser mau, mas por ser tão representativo e real (por enquanto, ainda não faz parte da minha realidade) que me custou a encarar uma representação do que é a nossa sociedade.5 estrelas. Recomendo.
30 de junho de 2006
Esperando desesperado!
28 de junho de 2006
25 de junho de 2006
Crianças!
Com os seus três anos, a frase saiu assim: Ó, atice, agoia vou moê. (Ó, que chatice, agora vou morrer) - não foi bem uma interrogação nem uma afirmação, acho que foi mais uma "exclamação interrogativa afirmada". Para ele tudo é natural - a tia Gui, que ele tanto gostava, adoeceu e morreu - no seu íntimo deve achar que é assim com toda a gente. Lá lhe explicámos que só ia ter comichão e que teria de ficar em casa uns dias.
- 'Tá bem! - disse ele.

"As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações"
Antoine de Saint-Exupéry
23 de junho de 2006
Odiar é uma palavra forte.
21 de junho de 2006
Mais uma vez o tempo (ou a falta dele)

Queria sentar-me e nada fazer, deitar-me e deixar-me adormecer (sem pensar que amanhã será outro dia de correria).
Queria agarrar o tempo e poder fazê-lo passar lentamente, bem lentamente, para poder parar e deixar o meu corpo separar-se da minha mente (enquanto durmo).
Que desejo de nada fazer, que é apenas fazer o que me apetecer. Enlevar-me no sono e no sonho me perder.
Ou seja, preciso de férias. (Nem nas férias é assim, mas "prontos" que se há-de fazer?)
18 de junho de 2006
O Tempo, sempre o tempo!
14 de junho de 2006
Professores
13 de junho de 2006
Amar alguém
PalavrasLanço-as ao vento,
e deixo-as soltas por um momento.
Não querendo que o vento as leve,
gravo-as numa folha que lanço pelo ar, em forma de avião.
Não as deixo partir, porque são parte de mim, são parte da minha razão.
Às vezes, lanço-as com o cuidado que merecem, outras vezes não.
Queria, no silêncio, deixá-las gravadas eternamente no teu coração.
São palavras que saem do meu coração.
Para a minha amada
11 de junho de 2006
Feira de Alcoutim
Sábado foi dia de feira em Alcoutim, sol, calor, música, artesanato, comida e muita coisa boa que só há nestas festas do interior.
O Rio Guadiana
À entrada da feira
Flora e fauna locais
Do outro lado do rio, já pertencente a Espanha: San Lucar del Guadiana
8 de junho de 2006
6 de junho de 2006
Será que vale a pena ...

Educação:
Fazem-se aplicações informáticas que envolvem dados pessoais (de alunos com necessidades educativas especiais) e não se verifica exaustivamente se há falhas;
Acusamos-nos uns aos outros e não nos juntamos para lutar;
Política:
o país está mal de finanças e o Governo vai atribuir subsídio de residência a directores noemados, ou seja, da mesma cor política ou com interesses em comum, mas só aos que ganham mais de 1303,78 € (será que não chega?). Estes aceitam os cargos de livre vontade e ganham um subsídio, os que são obrigados a deslocar-se das suas casas para trabalhar (os professores são só um exemplo) não têm direito a ajudas. Onde vai isto parar?
Ainda assim, Viva Portugal!


monumentos e outras coisas mais, 











