17 de agosto de 2006

Tempo

Desse o tempo tempo ao tempo e eu teria tempo para fazer quase tudo o que quero, mas como o tempo não dá tempo ao tempo, vou fazendo o que posso!

16 de agosto de 2006

Liberdade

Às vezes gostava de ser livre como uma libelinha.


Mas hoje desci a 230 metros de profundidade (a direito) onde a sensação de liberdade é muito relativa.


Ainda dava para descer mais umas dezenas de metros.

Estalactites de sal.

13 de agosto de 2006

Afinal o que somos nós?

Segundo Lavoisier: na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Assim, nós somos parte de tudo o que já existiu e seremos parte de tudo o que alguma vez existirá. Somos imortais enquanto matéria e seremos lembrados pelo que fizemos, por aqueles que amámos ou por aqueles que simplesmente um dia se cruzaram connosco na encruzilhada da vida. Mas, acima de tudo, somos o que fazemos e seremos seres superiores se partilharmos em maior quantidade a felicidade, o amor, o respeito, a honestidade e todas as virtudes que nos elevam. Caso contrário, seremos apenas recordados como alguém que nunca deveria ter existido.

E afinal, o que somos nós?

10 de agosto de 2006

Filosofando!


Continuando com as questões da existência ...

O que somos nós se não um grão de areia na imensidão do Universo?

E o que somos nós se não um piscar de olhos na eternidade da existência?


Nota: a resposta no próximo post.

3 de agosto de 2006

São as férias!

São as férias que não me deixam escrever.
É este calor que me entorpece as ideias.
É a inacção de uma acção desenfreada.
São os dias que passam a correr.
É o sol que me deixa a cabeça desnorteada.
É a folga que gosto de fazer.
E a gula.
São as feiras que não quero perder.
São os petiscos e os mariscos e as espetadas de lula (foi só para rimar).
E tantas coisas mais, que me apetece adormecer.

31 de julho de 2006

Tempo de Descanso (ou não)!

Este deveria ser um tempo de descanso. Deveria servir para relaxar, recuperar energias, mas ...

ESTOU EXAUSTO!

23 de julho de 2006

De volta!

Depois de uns dias a ver bichos,

monumentos e outras coisas mais, sabe bem voltar a casa.


Os golfinhos são para ti Gui. Eram os teus animais preferidos.

18 de julho de 2006

Vem o Verão ...

... vão-se as palavras.
Vem o desejo de dormir o que não pude durante tempo de mais.
Vai-se a vontade de fazer o que quer que seja.
Vem o desejo de preguiçar todo o dia.

17 de julho de 2006

Leituras!

Terminada a leitura de "A Viela da duquesa", deixo aqui algumas palavras: tal como outros romances que já li da mesma autora - Sveva Casati Modignani - esta é uma obra cativante, de leitura fácil (apesar das 522 pág.), e que se lê de um só fôlego.

Recomendo.

Correcção: no post anterior, em vez de Fuchesca é Duchesca

12 de julho de 2006

Leituras!

Comecei a ler A Viela da Duquesa, de Sveva Casati Modignani. ´

O original, em Italiano, data de 2001 (Vicolo Della Fuchesca).

Por cá, a ASA publicou a 1ª edição em Abril de 2003. 522 páginas.

9 de julho de 2006

5 de julho de 2006

À minha volta!

À minha volta estão algumas pessoas que queimam tempo em reuniões e em burocracias. Nos papéis encontram um refúgio para a ausência de vida familiar ou social - que não têm ou não querem ter e não compreendem quem tem.

Julgam os outros pela quantidade de tempo que dedicam a uma tarefa - não interessa se essa tarefa pode ser feita rapidamente - mais tempo na tarefa implica (crêem elas) maior qualidade, mais empenho e maior dedicação.

Se fôssemos simples na resolução dos problemas, teríamos mais tempo para aquilo que é realmente importante: as pessoas, quaisquer que sejam. Não são papéis bonitos que fazem as pessoas felizes, mas pessoas felizes fazem coisas bonitas.

3 de julho de 2006

Crash!

Já me tinham sugerido o filme, mas como me disseram que tratava assuntos raciais, não o quis ver (não aprecio ver a desgraça humana). Ontem, cedi e vi-o. Desde o início apeteceu-me parar, não por ser mau, mas por ser tão representativo e real (por enquanto, ainda não faz parte da minha realidade) que me custou a encarar uma representação do que é a nossa sociedade.
5 estrelas. Recomendo.

30 de junho de 2006

Esperando desesperado!







Depois de muitas tentativas frustradas, lá consegui submeter o meu boletim de concurso.

Os próximos 3 anos da minha vida (pessoal, familiar e profissional) vão ser o que os resultados deste concurso ditarem daqui a umas semanas.

Agora, é só (des)esperar!

Boa sorte para mim! E para os outros também!

25 de junho de 2006

Crianças!

Ontem, quando chegámos da praia, que saímos antes de tempo por termos notado umas borbulhas características da varicela no nosso mais pequeno, dissemos-lhe que estava doente. Ele respondeu com a naturalidade que só as crianças conseguem :

Com os seus três anos, a frase saiu assim: Ó, atice, agoia vou moê. (Ó, que chatice, agora vou morrer) - não foi bem uma interrogação nem uma afirmação, acho que foi mais uma "exclamação interrogativa afirmada". Para ele tudo é natural - a tia Gui, que ele tanto gostava, adoeceu e morreu - no seu íntimo deve achar que é assim com toda a gente. Lá lhe explicámos que só ia ter comichão e que teria de ficar em casa uns dias.

- 'Tá bem! - disse ele.


    "As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações"

        Antoine de Saint-Exupéry


23 de junho de 2006

Odiar é uma palavra forte.

Não gosto de empregar a palavra ódio, considero-a demasiado forte. No dicionário diz que é um sentimento de grande rancor e antipatia por alguém.
Não odeio ninguém, mas acho que há pessoas odiosas (que merecem ou inspiram ódio). Pessoas que são do género: quero, posso e mando (e não só).
São pessoas que se consideram donas da verdade, donas da razão, donas de tudo e de todos. São pessoas que julgam os outros (grupo do qual faço parte) como se fossem algo que não merece crédito, respeito ou dignidade.
"É assim porque eu digo, é assim porque eu quero, é assim porque eu mando". São frases típicas de quem falo. Enquanto houver pessoas destas, esta nossa sociedade não evolui.
Não as odeio, apenas lhes desejo a multiplicar por 10 o que elas me desejarem.

21 de junho de 2006

Mais uma vez o tempo (ou a falta dele)


Queria sentar-me e nada fazer, deitar-me e deixar-me adormecer (sem pensar que amanhã será outro dia de correria).

Queria agarrar o tempo e poder fazê-lo passar lentamente, bem lentamente, para poder parar e deixar o meu corpo separar-se da minha mente (enquanto durmo).

Que desejo de nada fazer, que é apenas fazer o que me apetecer. Enlevar-me no sono e no sonho me perder.

Ou seja, preciso de férias. (Nem nas férias é assim, mas "prontos" que se há-de fazer?)

18 de junho de 2006

O Tempo, sempre o tempo!

Como o tempo não pára deixo algumas imagens dos sítios por onde andei e o que fiz.
Parque infantil com os filhotes
aniversário da Prima

Portimão


Praia da Rocha (acho que não me enganei - é que o meu sentido de orientação é nulo)

Torneio de futebol onde assisti ao jogo do futuro jogador da Selecção Nacional (daqui a 15 anos)