Hoje, quando cheguei a casa, recebi a notícia que o pai de uma menina da sala do meu filho mais velho tinha falecido. 38 anos, pai de uma menina de 7 anos e um bebé de 1 ano. Fez-me pensar: quanto vale a vida?
Penso que valerá por cada momento de felicidade própria e alheia que conseguimos produzir.
Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
16 de outubro de 2006
11 de outubro de 2006
É de loucos!
Sou professor, mas trabalho numa obra (ver post's anteriores) que dá guarida a muitas galinhas ou a outras aves barulhentas.
Ninguém se entende, todos(as) falam (quase gritam) ao mesmo tempo, todos(as) têm razão (ou assim acham) e, no fim, todos ficamos cansados de muito discutir e nada (ou quase) resolver.
Haja paciência.

Ninguém se entende, todos(as) falam (quase gritam) ao mesmo tempo, todos(as) têm razão (ou assim acham) e, no fim, todos ficamos cansados de muito discutir e nada (ou quase) resolver.
Haja paciência.

8 de outubro de 2006
Quanto valem os amigos?
Neste fim-de-semana valeram 981 km e 700 metros e umas horas retiradas ao sono para, com Coimbra como pano de fundo, umas horas de companhia, muitos abraços e beijinhos (estes últimos só a elas, claro) mostra de rebentos (filhotes), e para pôr a conversa em dia.
É isto que valem os amigos: amizade sem limites nem barreiras.
É isto que valem os amigos: amizade sem limites nem barreiras.
3 de outubro de 2006
Ser
Não fosse o céu azul,
ou o mar as lágrimas do amor.
Não fosse o sol o fogo que ilumina,
e eu seria tudo e todos para ver em ti o doce olhar de menina.
Tivesse de ser o mar para te ter,
ou de agarrar a lua para te poder abraçar,
e eu seria tudo e todos para te amar.
Eu seria a areia que acaricia os teus pés,
daquela praia vazia que percorres de lés a lés.
Eu seria os peixes do mar e os pássaros que voam.
Eu seria tudo e todos menos aquilo e aqueles que te magoam.
Eu seria o vento fresco do Norte,
no Verão quente do Sul.
Eu seria a tua sorte ou o doce sabor do mel.
Eu seria o ar que respiras,
e seria as mãos ternas que acariciam a tua pele.
Não fosse o céu azul e o mar também.
Eu seria apenas o vento que passa, mas, assim, eu sou aquele que te ama mais do que todo o alguém.
ou o mar as lágrimas do amor.
Não fosse o sol o fogo que ilumina,
e eu seria tudo e todos para ver em ti o doce olhar de menina.
Tivesse de ser o mar para te ter,
ou de agarrar a lua para te poder abraçar,
e eu seria tudo e todos para te amar.
Eu seria a areia que acaricia os teus pés,
daquela praia vazia que percorres de lés a lés.
Eu seria os peixes do mar e os pássaros que voam.
Eu seria tudo e todos menos aquilo e aqueles que te magoam.
Eu seria o vento fresco do Norte,
no Verão quente do Sul.
Eu seria a tua sorte ou o doce sabor do mel.
Eu seria o ar que respiras,
e seria as mãos ternas que acariciam a tua pele.
Não fosse o céu azul e o mar também.
Eu seria apenas o vento que passa, mas, assim, eu sou aquele que te ama mais do que todo o alguém.
Dedicado a quem amo, de todas as formas de amar e a todas as pessoas que amam, apenas por ser essa a sua forma de estar.
28 de setembro de 2006
Esquentamento cerebral!
Tenho o cérebro a 200 à hora! O corpo cansado e uma vontade de dormir que supera a capacidade de estar acordado. E ainda há pouco começou o trabalho. Estou feito! Vou tomar vitaminas.
26 de setembro de 2006
Ser criança!
Hoje o meu filhote mais novo (com quase 4 anos) disse-me para contar até 2003 que ele ia esconder-se. Como é óbvio, contei até 3 - como termina em três ele não notou qualquer diferença, nem sei onde foi desencantar o 2003 - e lá fui eu.
Quando entrei no quarto, encontrei-o em 2 segundos, mas fiz que procurei atrás da porta, por baixo da cama, e acabei sentado no sofá a dizer que não o conseguia encontrar. Ficou todo feliz. Depois repetiu-se toda a história mais 3 ou 4 vezes, sempre no mesmo esconderijo. Que alegria.
Normalmente esconde-se com os pés à mostra (às vezes, até com o corpo todo menos a cabeça), mas desta vez até estava bem escondido. Como é bom ser criança (quando se é amada e bem tratada, claro).
Um excelente dia para quem por aqui passar. P'rós outros também.
Quando entrei no quarto, encontrei-o em 2 segundos, mas fiz que procurei atrás da porta, por baixo da cama, e acabei sentado no sofá a dizer que não o conseguia encontrar. Ficou todo feliz. Depois repetiu-se toda a história mais 3 ou 4 vezes, sempre no mesmo esconderijo. Que alegria.
Normalmente esconde-se com os pés à mostra (às vezes, até com o corpo todo menos a cabeça), mas desta vez até estava bem escondido. Como é bom ser criança (quando se é amada e bem tratada, claro).
Um excelente dia para quem por aqui passar. P'rós outros também.
Nota: hoje esteve a TVI na minha escola, aquilo está um caos.
21 de setembro de 2006
Resposta ao desafio
Em resposta ao desafio que me foi lançado pela Sandra Anjos no seu Blog: Diário de um Anjo, sobre a uma personagem animada da BD com a qual me identifico:
1- a minha mulher acha que o tio Patinhas é-me próximo - nem digo porquê;
1- a minha mulher acha que o tio Patinhas é-me próximo - nem digo porquê;
2 - eu acho que também tenho algumas semelhanças com o pateta - brinco muito e às vezes ando no meu mundo (mais vezes do que devia);
3 - os meus filhos já dormem, por isso nem lhes perguntei (se calhar ainda teria alguma surpresa), mas como sou muito ligado aos meus rebentos também acho que me identifico com o Donald (no caso dele sobrinhos - quem é o pai deles? Não me lembro!);
4 - O Mickey é responsável, ponderado e isso também sou, mas ele é perspicaz e eu nem por isso.
Por tudo isto, acho que sou uma miscelânea das várias personagens, com defeitos e virtudes de todos eles.
19 de setembro de 2006
Início!
A minha disponibilidade tem andado por outras bandas!
Comecei mais um ano lectivo e desta vez numa escola nova. Bonita, espaçosa (no espaço exterior nem por isso). É bom estrear uma escola e até tenho uma sala só minha (o que é muito bom).
Pior, pior, é a obra não estar terminada. Não há ainda electricidade nas tomadas, nem giz, nem apagador, nem fotocopiadora, nem telefone, nem auxiliares suficientes para acompanhar os alunos nos intervalos ou nos almoços (são os tontos - alguns de nós - que ficam sem almoçar para que os meninos almocem). Enfim, falta tanta coisa que a lista seria absurdamente extensa. Vale, no fim, a vontade de alguns palermas (mais uma vez, alguns de nós) que inventam o impossível para manter a escola a funcionar.
Já me esquecia, enquanto os miúdos estão nas salas e nos intervalos, há trabalhadores de cigarro na boca e ferramentas, quase a voar, de um lado para o outro, tudo para tentar acabar a obra onde dou aulas.
Com um início destes, vale a vontade de que tudo normalize rapidamente.
Um bom ano para todos os bons professores e para todos os outros bons profissionais.
Comecei mais um ano lectivo e desta vez numa escola nova. Bonita, espaçosa (no espaço exterior nem por isso). É bom estrear uma escola e até tenho uma sala só minha (o que é muito bom).
Pior, pior, é a obra não estar terminada. Não há ainda electricidade nas tomadas, nem giz, nem apagador, nem fotocopiadora, nem telefone, nem auxiliares suficientes para acompanhar os alunos nos intervalos ou nos almoços (são os tontos - alguns de nós - que ficam sem almoçar para que os meninos almocem). Enfim, falta tanta coisa que a lista seria absurdamente extensa. Vale, no fim, a vontade de alguns palermas (mais uma vez, alguns de nós) que inventam o impossível para manter a escola a funcionar.
Já me esquecia, enquanto os miúdos estão nas salas e nos intervalos, há trabalhadores de cigarro na boca e ferramentas, quase a voar, de um lado para o outro, tudo para tentar acabar a obra onde dou aulas.
Com um início destes, vale a vontade de que tudo normalize rapidamente.
Um bom ano para todos os bons professores e para todos os outros bons profissionais.
12 de setembro de 2006
Palavras
O que oiço?
Oiço risos de criança.
E oiço alegria no ar.
E esta magia que me faz pensar:
Por que tive de crescer? E por que há quem perca a esperança?
Porquê pensar?
Pergunto a quem me ladeia:
Dança?
E juntos dançamos e espalhamos alegria.
E que oiço?
Oiço folia. E sinto-me feliz por viver num mundo de magia.
Fecho os olhos e o que oiço?
Oiço o silêncio.
E sinto paz.
Oiço o bater do coração.
E sinto que esta minha vida não é fugaz.
E durmo feliz, porque amo e sou amado e é destas coisas que a vida se faz.

Nota: Sorrir é o melhor remédio para curar os males que a vida nos traz.
11 de setembro de 2006
Que vejo?
Verei
Olho em redor e que vejo?
Vejo gente confusa, de dedo em riste à procura de atenção.
Vejo gente triste, sem um regaço onde se deitar.
E vejo gente pobre, sem eira nem beira, pedindo um pouco de pão.
Que vejo?
Vejo gente rica, sem um ombro onde se apoiar e desabafar.
Vejo gente com pressa, que enrola a conversa e nos faz atrasar.
E vejo gente sem amor, que não sabe se tem coração.
E que vejo?
Vejo tudo e vejo nada.
Vejo gente amada e gente desamparada.
Vejo gente correndo e gente parada.
Não vejo.
Nota: nunca é boa altura para formatar o computador! Mas chegou a hora. Pena não haver uma hipótese de formatar e reinstalar o meu cérebro, à minha vontade. E já agora, fazer um "upgrade". Em breve voltarei.
8 de setembro de 2006
Até que enfim!
Ninguém comentou o facto do título do post anterior não ter nada a ver com o post em si.
Esqueci-me de dizer que também tenho os meus momentos de loucura. Aliás, alguns momentos de sanidade. É O STRESSSSSSSE!
Esqueci-me de dizer que também tenho os meus momentos de loucura. Aliás, alguns momentos de sanidade. É O STRESSSSSSSE!
BOM FIM-DE-SEMANA
7 de setembro de 2006
Filas do hipermercado!
Por estes dias uma "cidadã bloggueira", vulgarmente denominada O Mafarrico, decidiu, só para me chatear, incluir-me numa daquelas correntes parvas. Esta é daquelas que tenho de dizer seis coisas sobre a minha pessoa. Não tem sentido dar continuidade à corrente, por isso mesmo, e porque nem tudo tem de ter sentido, aqui vai.
1º - Entre muitas outras coisas, sou guloso, gosto de cozinhar e de comer o que cozinho;
2º - Gosto de escrever, mas frequentemente o cérebro escorrega-me e não o consigo encontrar (por mais que o procure);
3º - Sou sortudo: tenho 3 seres maravilhosos constantemente a meu lado (ela e 2 eles);
4º - Se algum dia eu apanhar O Mafarrico, dou-lhe (a ela) uma grande coça e acorrento-a. Quer isto dizer que sou uma pessoa pacífica e equilibrada, que não guarda remorsos;
5º - ... obrigo-a a decorar todas as músicas dos D'zrt e da Floribela, ou seja, não sou vingativo;
6º - como sou uma boa pessoa vou parar a corrente por aqui e desejar a todos os leitores um dia melhor que o de ontem e ligeiramente menos bom que o de amanhã.

1º - Entre muitas outras coisas, sou guloso, gosto de cozinhar e de comer o que cozinho;
2º - Gosto de escrever, mas frequentemente o cérebro escorrega-me e não o consigo encontrar (por mais que o procure);
3º - Sou sortudo: tenho 3 seres maravilhosos constantemente a meu lado (ela e 2 eles);
4º - Se algum dia eu apanhar O Mafarrico, dou-lhe (a ela) uma grande coça e acorrento-a. Quer isto dizer que sou uma pessoa pacífica e equilibrada, que não guarda remorsos;
5º - ... obrigo-a a decorar todas as músicas dos D'zrt e da Floribela, ou seja, não sou vingativo;
6º - como sou uma boa pessoa vou parar a corrente por aqui e desejar a todos os leitores um dia melhor que o de ontem e ligeiramente menos bom que o de amanhã.

Nota: a ordem foi aleatória.
5 de setembro de 2006
Palavras
Uma amiga disse-me estas palavras quando falava sobre problemas de família: são pequenos nadas que, juntos, compõem um todo. Depois, fazem com que nos sintamos todos mal e nos afastemos.
Não bastam os laços de sangue para que as pessoas gostem umas das outras ou se dêem bem. É necessário cultivar a amizade, quer sejamos familiares ou amigos.
Não bastam os laços de sangue para que as pessoas gostem umas das outras ou se dêem bem. É necessário cultivar a amizade, quer sejamos familiares ou amigos.
Nota:não consegui juntar uma imagem, o blogger está em dia não.
1 de setembro de 2006
Pensamentos!
Às vezes gostava de saber o que vai na cabeça das pessoas. Não com o intuito de cuscar só por si (e daí não sei), mais para saber aquelas coisas que não nos dizem, mas que pensam. Talvez houvesse menos mal-entendidos.

Como não consegui uma foto do meu cérebro, este vem da Wikipédia
31 de agosto de 2006
Desafio!
Deixo-vos um desafio:
Na posição sentada, ou de pé, fazer círculos no chão rodando o pé direito no sentido dos ponteiros do relógio (para a direita, esta é só para os distraídos).
Na posição sentada, ou de pé, fazer círculos no chão rodando o pé direito no sentido dos ponteiros do relógio (para a direita, esta é só para os distraídos).

Com a mão direita, desenhar ao mesmo tempo um 6 no ar (o desenho do seis começa na parte superior)

Nota: os esquerdinos fazem, obviamente, com a mão e pé esquerdos. E os ambidextros fazem com ambos os pés e mãos em simultâneo.
E que tal?
28 de agosto de 2006
Sem amigos, a vida é triste.
Queria (ou devia) escrever sobre a alegria de viver ou sobre o amor.
Não queria (mas não consigo deixar de) escrever sobre a tristeza ou sobre aqueles que nos provocam dor.
Questiono-me frequentemente por que motivo há tanta gente infeliz e sem amigos? E que agarrada à sua infelicidade faz os felizes (eu) perderem a coragem de sorrir perante a realidade. Gente que impõe uma realidade amarga, e que vivendo essa realidade, se decompõe por não ser amada. Amada e desejada. Este amor de que falo é de calor humano, de carinho e amizade, de um ombro amigo, da partilha da felicidade. Da partilha da dor, porque dividida custa menos. Esta gente (gentalha) de que falo, espalha dor para não ver sorrir nem deixar viver, em paz, aqueles cuja vida lhes dá prazer.
Só por causa dessa gente pequena já comi uma queijada de Sintra que a amiga ANA me trouxe. A estas horas é pecado, mas é excelente para afogar as mágoas. Resta-me apenas dizer: obrigado
(Mais um pneu)
26 de agosto de 2006
19 de agosto de 2006
17 de agosto de 2006
Tempo
Desse o tempo tempo ao tempo e eu teria tempo para fazer quase tudo o que quero, mas como o tempo não dá tempo ao tempo, vou fazendo o que posso!
16 de agosto de 2006
Liberdade
Às vezes gostava de ser livre como uma libelinha.
Mas hoje desci a 230 metros de profundidade (a direito) onde a sensação de liberdade é muito relativa.

Ainda dava para descer mais umas dezenas de metros.

Estalactites de sal.
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