
Praia da Rocha (acho que não me enganei - é que o meu sentido de orientação é nulo)
Torneio de futebol onde assisti ao jogo do futuro jogador da Selecção Nacional (daqui a 15 anos)
Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
PalavrasLanço-as ao vento,
e deixo-as soltas por um momento.
Não querendo que o vento as leve,
gravo-as numa folha que lanço pelo ar, em forma de avião.
Não as deixo partir, porque são parte de mim, são parte da minha razão.
Às vezes, lanço-as com o cuidado que merecem, outras vezes não.
Queria, no silêncio, deixá-las gravadas eternamente no teu coração.
São palavras que saem do meu coração.
Para a minha amada
O Rio Guadiana
À entrada da feira
Flora e fauna locais
Do outro lado do rio, já pertencente a Espanha: San Lucar del Guadiana

Terminada a leitura de Uma chuva de Diamantes de Sveva Casati Modignani, aqui fica uma análise (zinha):

Não há meio de me sair o Euromilhões!!!!!

A imagem é do livro original de 1989, em Italiano





Vou ver as notícias no diário digital, no topo surge publicidade de crédito à habitação da CGD, um pouco mais abaixo, publicidade a crédito pessoal da Cetelem (este não tinha ainda ouvido falar). Passo pelo IOL para ver o meu mail e verifico que a Credial empresta mais e mais rápido, depois há Cofidis, Mediatis, e muitos mais.
Fez-me lembrar a minha escola. Os alunos subsidiados, cujos pais usufruem de rendimento mínimo (acho que agora tem outro nome), são os que têm playstation, tv cabo, gameboy, telemóvel e por aí adiante.

Há 32 anos, gente valente revolucionou o regime que governava o nosso país. Nessa altura, a repressão era uma constante na vida do dia-a-dia (dizem-me), a liberdade de expressão era uma mentira, ou estávamos de acordo com quem mandava (entenda-se ser amigo) ou tínhamos, muito provavelmente, os dias contados.

Uma flor poderá não querer dizer nada. Ou poderá, esta, dizer que estive em Espanha e que o tempo voou. Voou como se num piscar de olhos, decorressem 16 horas.O tempo é como a vida. E a vida é o que nós fazemos dela, umas vezes triste, outras vezes bela.

Há 9 anos juntei os trapos com a minha cara metade. Havia lugar para os trapos todos. Com dois rebentos pelo meio, peixes, pássaros, um camaleão e milhentas outras coisas sem vida (e daí não sei), o espaço vai diminuindo. Tudo aumenta menos a casa. Nove bons anos. Venham muitos mais como estes.
Praia quando chegas?
Às vezes sinto-me como a joaninha da foto que me enviaram por mail.
