Expectar
Sonhar sem saber o que nos espera
Desejar
Querer e esperar
Sentir
Que não se consegue alcançar
Desistir
Verbo que não quero abraçar
Lutar
Se cair, ter forças para me levantar
Sonhar, Sonhar.
Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
6 de dezembro de 2007
24 de novembro de 2007
Música Nova
A música que se faz ouvir no blog faz parte da banda sonora do filme The Legend of 1900 e é de Ennio Morricone.
É um sopro suave ao ouvido no silêncio da noite.
Um toque na pele gasta pelo tempo.
O bater do coração.
Paz interior.
Um abraço apertado.
Dar a mão.
É um sopro suave ao ouvido no silêncio da noite.
Um toque na pele gasta pelo tempo.
O bater do coração.
Paz interior.
Um abraço apertado.
Dar a mão.
23 de novembro de 2007
Ufa!
Quão veloz és,
Que me atraiçoas e me apanhas desprevenido.
Que te vejo pelas costas
E por mais que corra,
andas sempre fugido.
Não te apanho,
não te sinto.
Como tu foges tempo!
Que me atraiçoas e me apanhas desprevenido.
Que te vejo pelas costas
E por mais que corra,
andas sempre fugido.
Não te apanho,
não te sinto.
Como tu foges tempo!
15 de novembro de 2007
Parabéns
Parabéns ao meu pequenote mais novo.
Fez hoje 5 anitos.

Metade do bolo estava óptimo, amanhã saberei se a outra metade também está.
10 de novembro de 2007
Saudade!
Guida,
O tempo passa, mas a saudade não.
É um espaço vazio no coração.
É uma dor que permanece.
E por mais tempo que passe,
Não se esquece.
É a ausência.
É um amargo sabor.
Um sentimento de dor.
É tristeza.
Mas, estejas onde estiveres,
Estás em nós e nós em ti.
Amiga, irmã, filha e tia GUI.
Amiga Guida, já lá vão dois anos desde a tua partida.
1 de novembro de 2007
Viver

Viver é passar pelo tempo e senti-lo a cada momento.
É agarrar cada instante como único e senti-lo como um todo.
É dar valor ao que nos faz crescer e aprender com o resto.
É escolher o caminho, umas vezes certo outras vezes errado.
É comandar o tempo e não permanecer sentado.
É arriscar, porque só assim se sabe que não se está enganado ou percorrendo o caminho errado.
Açores - não estive lá, mas hei-de ir um dia.
24 de outubro de 2007
15 de outubro de 2007
Crianças
Espirra o gigante,
Que ventania!
Espirra o menino,
Com o banho de água fria.
Zanga-se a mamã,
Zanga-se o papá,
Ladra o cão,
E o pato faz quáquá.
Pia o passarinho,
E a galinha da vizinha,
Vem o gatinho,
E a filha da madrinha.
Ó papá diz-me lá,
Como faz o burro?
Faz ão ão, às vezes,
Quando imita o cão.
Que ventania!
Espirra o menino,
Com o banho de água fria.
Zanga-se a mamã,
Zanga-se o papá,
Ladra o cão,
E o pato faz quáquá.
Pia o passarinho,
E a galinha da vizinha,
Vem o gatinho,
E a filha da madrinha.
Ó papá diz-me lá,
Como faz o burro?
Faz ão ão, às vezes,
Quando imita o cão.
7 de outubro de 2007
Pedaços de mim!
Lanço pedaços de mim ao vento,
Quais folhas de Outono.
Vagueio ao sabor da brisa que me empurra para lugares sem fim.
Sou o ar que passa em mim.
Sou os caminhos que percorro sem destino.
E as árvores que me ladeiam a cada passo.
E sou as pedras e o tempo e o espaço.
E sabendo quem sou,
Tampouco sei quem sou ou para onde vou.
Quero apenas caminhar.
E continuar a sonhar.
Quais folhas de Outono.
Vagueio ao sabor da brisa que me empurra para lugares sem fim.
Sou o ar que passa em mim.
Sou os caminhos que percorro sem destino.
E as árvores que me ladeiam a cada passo.
E sou as pedras e o tempo e o espaço.
E sabendo quem sou,
Tampouco sei quem sou ou para onde vou.
Quero apenas caminhar.
E continuar a sonhar.
30 de setembro de 2007
São vozes!
Oiço conversas sobre vidas que não conheço, sinto a alegria e a dor alheia, e o desespero daqueles cuja vida não sorri. Sinto que olhamos uns para os outros com vontade de partilhar o que nos vai na alma e no coração, mas não somos capazes de ir mais além e quebrar as regras que esta sociedade nos impõe. Vivemos presos, agarrados a medos em demasia, fechados na nossa concha, crendo estarmos protegidos dos outros, do mal - males - dos que nos circundam.
Vivemos sós, agarrados à solidão, presos ao receio de dar a mão, de abrir o coração. São liberdades perdidas, receios conquistados, alegrias esquecidas.
Vivemos sós, agarrados à solidão, presos ao receio de dar a mão, de abrir o coração. São liberdades perdidas, receios conquistados, alegrias esquecidas.
23 de setembro de 2007
Folhas!
São follhas que se desprendem.
São tardes pequenas,
E luzes que se acendem no lusco fusco do raiar da noite.
É um queijo e um copo de vinho,
É cada um recolher-se no seu ninho,
E cobrir-se qual manto de penas.
É saborear um chocolate quente,
E enrolado no sofá,
Sonhar, sonhar, e sonhar
E vaguear por aqui ou por acolá.
São tardes pequenas,
E luzes que se acendem no lusco fusco do raiar da noite.
É um queijo e um copo de vinho,
É cada um recolher-se no seu ninho,
E cobrir-se qual manto de penas.
É saborear um chocolate quente,
E enrolado no sofá,
Sonhar, sonhar, e sonhar
E vaguear por aqui ou por acolá.
Nota: é Outono, mas hoje foi um dia magnífico de "Verão". E a água estava excelente. Meu belo Algarve.
17 de setembro de 2007
Bicha louca!
Neste fim-de-semana apareceu-me esta bicha louca a tentar devorar as flores. É uma nova espécie de lesma.
15 de setembro de 2007
11 de setembro de 2007
Resistentes!
Foram uns dias de correria e de muitos quilómetros percorridos.
Do Verde água ao verde-escuro. Juntam-se aos verdes os castanhos dos troncos e da terra, os vermelhos, os rosas, os laranjas e outras tantas cores que os sentidos não conseguem distinguir.
É esta a natureza que nos circunda e que tão pouco respeitamos e preservamos.
Estas folhas ainda resistem, bem verdes, ao anúncio da chegada do Outono.
5 de setembro de 2007
Pensamento do dia
Um amigo enviou-me este pensamento:
Se 23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo de álcool, Isto significa que 77% dos acidentes são causados por pessoas que bebem água ou outras bebidas.
4 de setembro de 2007
Abraço
Abraçado por este ruído quase silencioso, adormeço e desperto.
Perco-me no tempo e vagueio num espaço ausente.
Perco-me no tempo e vagueio num espaço ausente.
Num local descoberto me perco sem vontade de me encontrar.
Lanço-me ao vento com esperança de voar, mas, dormente, apenas pairo no ar o tempo de um olhar. Ainda assim, volto a lançar-me ao ar e voo até te conseguir abraçar.
Lanço-me ao vento com esperança de voar, mas, dormente, apenas pairo no ar o tempo de um olhar. Ainda assim, volto a lançar-me ao ar e voo até te conseguir abraçar.
3 de setembro de 2007
Início
Hoje começa mais um ano escolar!
Desejo: que este seja melhor que o anterior.
O verde é esperança.
30 de agosto de 2007
Gui
Amiga Gui,
Pudesse agarrar o tempo, agarrá-lo-ia!
Pudesse ser o vento, sê-lo-ia!
Daria, em cada segundo, ao mundo uma alegria.
E talvez pudesse, mais uma vez, ver-te. Bastava um dia!
Pudesse agarrar o tempo, agarrá-lo-ia!
Pudesse ser o vento, sê-lo-ia!
Daria, em cada segundo, ao mundo uma alegria.
E talvez pudesse, mais uma vez, ver-te. Bastava um dia!
28 de agosto de 2007
De Volta e com a cara lavada!
Conversa sem pressa,
alma calma, corpo dormente,
água fria, vento quente.
Descanso, correria,
Noite breve e longo dia,
E, ao de leve, vai-se a calmaria.
Vai-se o tempo,
E vem mais um dia.
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