Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
15 de novembro de 2006
10 de novembro de 2006
Saudade!
É suadade que sinto.
Que sentem todos os que te amaram e continuam a amar.
É a vontade de te abraçar e apertar com força para não te deixar partir.
É dor que sentimos por, juntos, não podermos voltar a rir.
É o tempo que passa e a tristeza que perdura.
Um ano de saudade em que procuramos fugir à amargura.
É a saudade que sinto.
8 de novembro de 2006
Uhg!
Sorte foi o meu filho não se ter apercebido.
Moral da história: quem anda de Mercedes também gosta de apreciar determinadas iguarias.
1 de novembro de 2006
É o céu!
E o vento do Sul que te aquece.
A brisa que te envolve como um véu,
Este desejo que me enlouquece:
O de apagar em ti, este fogo que arde em mim.
Apagá-lo no teu regaço,
Este meu corpo, este teu pedaço.
Ser em ti parte de mim que me esqueço que sou,
Cobrir-te de mil beijos de amor,
Abraçar-te e sentir o teu calor.
27 de outubro de 2006
Menino ou menina?
- papá, aquela menina tem uma pilinha! - disse-me com ar espantado.
Desatei a rir e até fiquei envergonhado, pois havia mais gente no balneário.
Fica a explicação: o tal menino tinha o cabelo mais comprido do que é habitual ver-se nos meninos, e o meu pequenote de 3 anos confundiu.
Tudo o que é pequenino é bonito.

A imagem foi-me enviada por mail, desconheço o autor.
22 de outubro de 2006
Desabafos!
Eu, que até sou uma pessoa calma e despreocupada (e atenção que ser despreocupado não significa ser desleixado. Sou até muito exigente, comigo e com os outros) ando numa pilha de "nervos".
Quando alguém diz que é nervoso, eu penso: pois, muitas vezes até é bom ser-se nervoso, sempre é uma desculpa para os momentos de maior stresse.
Como não gosto nem consigo simplesmente cruzar os braços ,é-me difícil, quase impossível, ver gente a dirigir a escola onde trabalho de uma forma tão pouco ética, profissional e desorganizada, e ficar calado assistindo a tudo e sofrendo as consequências.
Como sei que as palavras leva-as o vento, prefiro colocar as minhas questões por escrito e deixar os meus pensamentos registados nas reuniões. Ora, como as pessoas a quem coloco questões não são pessoas seguras e competentes (e já duvido que o seu esforço em melhorar seja real) fico em maus lençóis e aí vêm as represálias. Pois quando as respostas não surgem pela via diplomática e ética, com o recurso à legislação e ao bom senso, surgem pelo quero, posso e mando.
Como é que se lida com gente desta? Deito-me a pensar na escola e acordo a pensar na escola, qualquer dia estou como aqueles que, por dá cá aquela palha, já estão com atestado psiquiátrico.
Socooooooooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrroooooooo! Anda tudo louco!
16 de outubro de 2006
Fim!
Penso que valerá por cada momento de felicidade própria e alheia que conseguimos produzir.
11 de outubro de 2006
É de loucos!
Ninguém se entende, todos(as) falam (quase gritam) ao mesmo tempo, todos(as) têm razão (ou assim acham) e, no fim, todos ficamos cansados de muito discutir e nada (ou quase) resolver.
Haja paciência.

8 de outubro de 2006
Quanto valem os amigos?
É isto que valem os amigos: amizade sem limites nem barreiras.
3 de outubro de 2006
Ser
ou o mar as lágrimas do amor.
Não fosse o sol o fogo que ilumina,
e eu seria tudo e todos para ver em ti o doce olhar de menina.
Tivesse de ser o mar para te ter,
ou de agarrar a lua para te poder abraçar,
e eu seria tudo e todos para te amar.
Eu seria a areia que acaricia os teus pés,
daquela praia vazia que percorres de lés a lés.
Eu seria os peixes do mar e os pássaros que voam.
Eu seria tudo e todos menos aquilo e aqueles que te magoam.
Eu seria o vento fresco do Norte,
no Verão quente do Sul.
Eu seria a tua sorte ou o doce sabor do mel.
Eu seria o ar que respiras,
e seria as mãos ternas que acariciam a tua pele.
Não fosse o céu azul e o mar também.
Eu seria apenas o vento que passa, mas, assim, eu sou aquele que te ama mais do que todo o alguém.
28 de setembro de 2006
Esquentamento cerebral!
26 de setembro de 2006
Ser criança!
Quando entrei no quarto, encontrei-o em 2 segundos, mas fiz que procurei atrás da porta, por baixo da cama, e acabei sentado no sofá a dizer que não o conseguia encontrar. Ficou todo feliz. Depois repetiu-se toda a história mais 3 ou 4 vezes, sempre no mesmo esconderijo. Que alegria.
Normalmente esconde-se com os pés à mostra (às vezes, até com o corpo todo menos a cabeça), mas desta vez até estava bem escondido. Como é bom ser criança (quando se é amada e bem tratada, claro).
Um excelente dia para quem por aqui passar. P'rós outros também.
21 de setembro de 2006
Resposta ao desafio
1- a minha mulher acha que o tio Patinhas é-me próximo - nem digo porquê;
2 - eu acho que também tenho algumas semelhanças com o pateta - brinco muito e às vezes ando no meu mundo (mais vezes do que devia);
3 - os meus filhos já dormem, por isso nem lhes perguntei (se calhar ainda teria alguma surpresa), mas como sou muito ligado aos meus rebentos também acho que me identifico com o Donald (no caso dele sobrinhos - quem é o pai deles? Não me lembro!);
4 - O Mickey é responsável, ponderado e isso também sou, mas ele é perspicaz e eu nem por isso.
Por tudo isto, acho que sou uma miscelânea das várias personagens, com defeitos e virtudes de todos eles.
19 de setembro de 2006
Início!
Comecei mais um ano lectivo e desta vez numa escola nova. Bonita, espaçosa (no espaço exterior nem por isso). É bom estrear uma escola e até tenho uma sala só minha (o que é muito bom).
Pior, pior, é a obra não estar terminada. Não há ainda electricidade nas tomadas, nem giz, nem apagador, nem fotocopiadora, nem telefone, nem auxiliares suficientes para acompanhar os alunos nos intervalos ou nos almoços (são os tontos - alguns de nós - que ficam sem almoçar para que os meninos almocem). Enfim, falta tanta coisa que a lista seria absurdamente extensa. Vale, no fim, a vontade de alguns palermas (mais uma vez, alguns de nós) que inventam o impossível para manter a escola a funcionar.
Já me esquecia, enquanto os miúdos estão nas salas e nos intervalos, há trabalhadores de cigarro na boca e ferramentas, quase a voar, de um lado para o outro, tudo para tentar acabar a obra onde dou aulas.
Com um início destes, vale a vontade de que tudo normalize rapidamente.
Um bom ano para todos os bons professores e para todos os outros bons profissionais.
12 de setembro de 2006
Palavras

11 de setembro de 2006
Que vejo?
Nota: nunca é boa altura para formatar o computador! Mas chegou a hora. Pena não haver uma hipótese de formatar e reinstalar o meu cérebro, à minha vontade. E já agora, fazer um "upgrade". Em breve voltarei.
8 de setembro de 2006
Até que enfim!
Esqueci-me de dizer que também tenho os meus momentos de loucura. Aliás, alguns momentos de sanidade. É O STRESSSSSSSE!
7 de setembro de 2006
Filas do hipermercado!
1º - Entre muitas outras coisas, sou guloso, gosto de cozinhar e de comer o que cozinho;
2º - Gosto de escrever, mas frequentemente o cérebro escorrega-me e não o consigo encontrar (por mais que o procure);
3º - Sou sortudo: tenho 3 seres maravilhosos constantemente a meu lado (ela e 2 eles);
4º - Se algum dia eu apanhar O Mafarrico, dou-lhe (a ela) uma grande coça e acorrento-a. Quer isto dizer que sou uma pessoa pacífica e equilibrada, que não guarda remorsos;
5º - ... obrigo-a a decorar todas as músicas dos D'zrt e da Floribela, ou seja, não sou vingativo;
6º - como sou uma boa pessoa vou parar a corrente por aqui e desejar a todos os leitores um dia melhor que o de ontem e ligeiramente menos bom que o de amanhã.

5 de setembro de 2006
Palavras
Não bastam os laços de sangue para que as pessoas gostem umas das outras ou se dêem bem. É necessário cultivar a amizade, quer sejamos familiares ou amigos.
1 de setembro de 2006
Pensamentos!
Às vezes gostava de saber o que vai na cabeça das pessoas. Não com o intuito de cuscar só por si (e daí não sei), mais para saber aquelas coisas que não nos dizem, mas que pensam. Talvez houvesse menos mal-entendidos.

Como não consegui uma foto do meu cérebro, este vem da Wikipédia
31 de agosto de 2006
Desafio!
Na posição sentada, ou de pé, fazer círculos no chão rodando o pé direito no sentido dos ponteiros do relógio (para a direita, esta é só para os distraídos).

Com a mão direita, desenhar ao mesmo tempo um 6 no ar (o desenho do seis começa na parte superior)

Nota: os esquerdinos fazem, obviamente, com a mão e pé esquerdos. E os ambidextros fazem com ambos os pés e mãos em simultâneo.
E que tal?
28 de agosto de 2006
Sem amigos, a vida é triste.
26 de agosto de 2006
19 de agosto de 2006
17 de agosto de 2006
Tempo
16 de agosto de 2006
Liberdade
Mas hoje desci a 230 metros de profundidade (a direito) onde a sensação de liberdade é muito relativa.

Ainda dava para descer mais umas dezenas de metros.

Estalactites de sal.
13 de agosto de 2006
Afinal o que somos nós?
10 de agosto de 2006
Filosofando!
8 de agosto de 2006
3 de agosto de 2006
São as férias!
É este calor que me entorpece as ideias.
É a inacção de uma acção desenfreada.
São os dias que passam a correr.
É o sol que me deixa a cabeça desnorteada.
É a folga que gosto de fazer.
E a gula.
São as feiras que não quero perder.
São os petiscos e os mariscos e as espetadas de lula (foi só para rimar).
E tantas coisas mais, que me apetece adormecer.
31 de julho de 2006
Tempo de Descanso (ou não)!
ESTOU EXAUSTO!
23 de julho de 2006
De volta!
18 de julho de 2006
Vem o Verão ...
Vem o desejo de dormir o que não pude durante tempo de mais.
Vai-se a vontade de fazer o que quer que seja.
Vem o desejo de preguiçar todo o dia.
17 de julho de 2006
Leituras!
Recomendo.
Correcção: no post anterior, em vez de Fuchesca é Duchesca
12 de julho de 2006
Leituras!
Comecei a ler A Viela da Duquesa, de Sveva Casati Modignani. ´O original, em Italiano, data de 2001 (Vicolo Della Fuchesca).
Por cá, a ASA publicou a 1ª edição em Abril de 2003. 522 páginas.
9 de julho de 2006
5 de julho de 2006
À minha volta!
Julgam os outros pela quantidade de tempo que dedicam a uma tarefa - não interessa se essa tarefa pode ser feita rapidamente - mais tempo na tarefa implica (crêem elas) maior qualidade, mais empenho e maior dedicação.
Se fôssemos simples na resolução dos problemas, teríamos mais tempo para aquilo que é realmente importante: as pessoas, quaisquer que sejam. Não são papéis bonitos que fazem as pessoas felizes, mas pessoas felizes fazem coisas bonitas.
3 de julho de 2006
Crash!
Já me tinham sugerido o filme, mas como me disseram que tratava assuntos raciais, não o quis ver (não aprecio ver a desgraça humana). Ontem, cedi e vi-o. Desde o início apeteceu-me parar, não por ser mau, mas por ser tão representativo e real (por enquanto, ainda não faz parte da minha realidade) que me custou a encarar uma representação do que é a nossa sociedade.5 estrelas. Recomendo.
30 de junho de 2006
Esperando desesperado!
28 de junho de 2006
25 de junho de 2006
Crianças!
Com os seus três anos, a frase saiu assim: Ó, atice, agoia vou moê. (Ó, que chatice, agora vou morrer) - não foi bem uma interrogação nem uma afirmação, acho que foi mais uma "exclamação interrogativa afirmada". Para ele tudo é natural - a tia Gui, que ele tanto gostava, adoeceu e morreu - no seu íntimo deve achar que é assim com toda a gente. Lá lhe explicámos que só ia ter comichão e que teria de ficar em casa uns dias.
- 'Tá bem! - disse ele.

"As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações"
Antoine de Saint-Exupéry
23 de junho de 2006
Odiar é uma palavra forte.
21 de junho de 2006
Mais uma vez o tempo (ou a falta dele)

Queria sentar-me e nada fazer, deitar-me e deixar-me adormecer (sem pensar que amanhã será outro dia de correria).
Queria agarrar o tempo e poder fazê-lo passar lentamente, bem lentamente, para poder parar e deixar o meu corpo separar-se da minha mente (enquanto durmo).
Que desejo de nada fazer, que é apenas fazer o que me apetecer. Enlevar-me no sono e no sonho me perder.
Ou seja, preciso de férias. (Nem nas férias é assim, mas "prontos" que se há-de fazer?)
18 de junho de 2006
O Tempo, sempre o tempo!
14 de junho de 2006
Professores
13 de junho de 2006
Amar alguém
PalavrasLanço-as ao vento,
e deixo-as soltas por um momento.
Não querendo que o vento as leve,
gravo-as numa folha que lanço pelo ar, em forma de avião.
Não as deixo partir, porque são parte de mim, são parte da minha razão.
Às vezes, lanço-as com o cuidado que merecem, outras vezes não.
Queria, no silêncio, deixá-las gravadas eternamente no teu coração.
São palavras que saem do meu coração.
Para a minha amada
11 de junho de 2006
Feira de Alcoutim
Sábado foi dia de feira em Alcoutim, sol, calor, música, artesanato, comida e muita coisa boa que só há nestas festas do interior.
O Rio Guadiana
À entrada da feira
Flora e fauna locais
Do outro lado do rio, já pertencente a Espanha: San Lucar del Guadiana
8 de junho de 2006
6 de junho de 2006
Será que vale a pena ...

Educação:
Fazem-se aplicações informáticas que envolvem dados pessoais (de alunos com necessidades educativas especiais) e não se verifica exaustivamente se há falhas;
Acusamos-nos uns aos outros e não nos juntamos para lutar;
Política:
o país está mal de finanças e o Governo vai atribuir subsídio de residência a directores noemados, ou seja, da mesma cor política ou com interesses em comum, mas só aos que ganham mais de 1303,78 € (será que não chega?). Estes aceitam os cargos de livre vontade e ganham um subsídio, os que são obrigados a deslocar-se das suas casas para trabalhar (os professores são só um exemplo) não têm direito a ajudas. Onde vai isto parar?
Ainda assim, Viva Portugal!
4 de junho de 2006
Leituras II
Terminada a leitura de Uma chuva de Diamantes de Sveva Casati Modignani, aqui fica uma análise (zinha):Uma escrita simples, mas cativante, uma história (ou estória) que me agarrou e me fez terminar a leitura, das quase 400 páginas, numa semana e meia (tirei algumas horas ao sono).
Recomendo.
2 de junho de 2006
Bom fim-de-semana
1 de junho de 2006
As minhas crianças ...
e os dias,








monumentos e outras coisas mais, 













