No passado dia 9 a família cresceu. Juntos, já formamos uma equipa de basquetebol.
Voltaram as olheiras, o cansaço, as fraldas e afins. Mas voltou também o milagre da vida, aquela sensação de afecto e de peito cheio que é impossível descrever.
Se este espaço andava quase parado, agora é que vão ser elas.
Já agora, chama-se Dinis.
Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
17 de julho de 2010
30 de maio de 2010
Coisas novamente!
- Ó pai, o meu professor de ciências anda sempre com a mesma roupa!
- E por que dizes isso?
- O prof. trouxe hoje a mesma blusa que trouxe na terça (isto foi na quinta)!
- Provavelmente tem várias roupas iguais!
- Mas desde o início do ano que vem quase sempre com a mesma roupa!
- Pois! Deixa isso p'ra lá.
- E por que dizes isso?
- O prof. trouxe hoje a mesma blusa que trouxe na terça (isto foi na quinta)!
- Provavelmente tem várias roupas iguais!
- Mas desde o início do ano que vem quase sempre com a mesma roupa!
- Pois! Deixa isso p'ra lá.
18 de abril de 2010
Coisas!
O blogue tem ficado para 49º plano porque os dias correm mais rápido do que o Francis Obikwelu o fazia. Os afazeres são tantos que nem com base no Windows, que é mulitarefa, tudo o que há para fazer é feito a tempo e horas. Isto tem sido uma aventura e pêras. Ai quando nascer o 3º rebento!!!!
Para despertar apetites, aqui fica uma sugestão para o jantar: costeleta grelhada com molho pesto, salada de alface e tomate e arroz simples. De sobremesa uma tarte de chocolate. (Para a comida vai havendo tempo)
Para despertar apetites, aqui fica uma sugestão para o jantar: costeleta grelhada com molho pesto, salada de alface e tomate e arroz simples. De sobremesa uma tarte de chocolate. (Para a comida vai havendo tempo)
28 de fevereiro de 2010
Dúvidas e desabafos!
1. Por que será que quando a polícia tenta orientar uma rotunda, o trânsito anda sempre mais devagar?
2. Por que será que a polícia está no estacionamento de uma escola e o que faz é clicar no telemóvel, enquanto pais e afins param em tudo o que é sítio indevido, incluindo o estacionamento para deficientes?
Com tanta chuva, já estou com guelras!
2. Por que será que a polícia está no estacionamento de uma escola e o que faz é clicar no telemóvel, enquanto pais e afins param em tudo o que é sítio indevido, incluindo o estacionamento para deficientes?
Com tanta chuva, já estou com guelras!
Já marchava esta sobremesa!
11 de janeiro de 2010
1 de janeiro de 2010
25 de dezembro de 2009
Pensamentos!
Desconheço a autoria, mas aqui fica uma frase que me enviaram no Natal:
Vive o presente com sabedoria e plenitude para que o ontem seja um sonho de Felicidade e cada manhã uma visão de esperança.
Que venham tempos melhores do que aqueles que passaram.
Bom 2010.
Bom 2010.
22 de dezembro de 2009
De volta!
Quantas palavras ficaram guardadas,
Em meses de silêncio?
Quantos traços ficaram por rabiscar,
Em momentos perdidos?
Gastos no vazio,
Dos dias atarefados,
Dos dias compridos.
Nas conversas formais,
Nos dias cansativos,
Nas palavras a mais.
Quantos pensamentos pereceram,
sem ver a luz do dia?
Quantos momentos de tristeza e de alegria?
Tanto e tampouco tempo dura o tempo.
O tempo de um dia.
Em meses de silêncio?
Quantos traços ficaram por rabiscar,
Em momentos perdidos?
Gastos no vazio,
Dos dias atarefados,
Dos dias compridos.
Nas conversas formais,
Nos dias cansativos,
Nas palavras a mais.
Quantos pensamentos pereceram,
sem ver a luz do dia?
Quantos momentos de tristeza e de alegria?
Tanto e tampouco tempo dura o tempo.
O tempo de um dia.
Deixo um desejo de Boas Festas a todos os que por aqui passarem e que o próximo ano seja, pelo menos, melhor que este (que não foi mau).
15 de outubro de 2009
26 de setembro de 2009
Tempo
Qual areia seca da praia,
perco o tempo,
que me escapa por entre os dedos,
numa tarde quente de Outono a fingir Verão.
Sem parar ou abrandar,
corre veloz sem hesitações nem medos,
dispara em todas as direcções e não se deixa apanhar.
Escassa constantemente,
e termina, quase sem começar.
Não dá tempo, o tempo que me comanda.
perco o tempo,
que me escapa por entre os dedos,
numa tarde quente de Outono a fingir Verão.
Sem parar ou abrandar,
corre veloz sem hesitações nem medos,
dispara em todas as direcções e não se deixa apanhar.
Escassa constantemente,
e termina, quase sem começar.
Não dá tempo, o tempo que me comanda.
8 de setembro de 2009
Leituras
"Tudo o que faço na vida obedece, antes de mais, ao impulso do amor. Foi com base nesse impulso que me lancei na aventura deste livro. Que não pretende contar mais do que uma história entre uma mãe e uma filha, mas que, ao ficar escrita, poderá ajudar outras mães, outros pais e outros filhos que se cruzem com a diferença. Ou que um dia se deparem, como eu me deparei, com um cromossoma do amor nas suas vidas." Bibá PittaUma leitura fácil, que tanto puxa pelas lágrimas como pelo riso. Que nos faz pensar na diferença e como a encaramos. Um livro que recomendo vivamente.
3 de setembro de 2009
De volta!
5 de agosto de 2009
25 de junho de 2009
Paz!
Paz!
Em três letras o mundo!
E, lá no fundo, tão difícil vencer.
Pequenas ou grandes,
São frequentes as guerras.
Às vezes, apenas palavras não entendidas,
Gestos inoportunos,
E almas ofendidas.
Comunicação falhada.
Gente magoada.
Tão curta a vida!
Fazê-la curta em tristeza,
Em alegria comprida!
E, lá no fundo, tão difícil vencer.
Pequenas ou grandes,
São frequentes as guerras.
Às vezes, apenas palavras não entendidas,
Gestos inoportunos,
E almas ofendidas.
Comunicação falhada.
Gente magoada.
Tão curta a vida!
Fazê-la curta em tristeza,
Em alegria comprida!
1 de junho de 2009
21 de maio de 2009
Doces!
7 de maio de 2009
Promoções.
Os trabalhadores mais incapazes são sistematicamente promovidos para o lugar onde
possam causar menos danos: A CHEFIA.
21 de abril de 2009
"Reflecções"
Eis uma palavra na 1ª frase de uma apresentação de um professor universitário, e não era uma provocação.
A propósito de duas horas gastas a ouvir o incompreensível:
Fecho os olhos e abstraio-me dos sons,
Finjo não escutar.
Palavras que teimam em flutuar,
Em incompreensíveis tons e que,
Distraidamente,
Me fazem reflectir.
Que faço neste espaço demente?
De gente loucamente normal, suponho!
Em que a cada momento,
Me parece mais viver num sonho. (pesadelo não rimava)
A angústia de assistir pasmado,
Desacreditar de gente que (de)forma gente.
Tempo a ouvir, tempo passado. Talvez perdido, ou apenas mal aproveitado.
A propósito de duas horas gastas a ouvir o incompreensível:
Fecho os olhos e abstraio-me dos sons,
Finjo não escutar.
Palavras que teimam em flutuar,
Em incompreensíveis tons e que,
Distraidamente,
Me fazem reflectir.
Que faço neste espaço demente?
De gente loucamente normal, suponho!
Em que a cada momento,
Me parece mais viver num sonho. (pesadelo não rimava)
A angústia de assistir pasmado,
Desacreditar de gente que (de)forma gente.
Tempo a ouvir, tempo passado. Talvez perdido, ou apenas mal aproveitado.
10 de abril de 2009
Pessoas!

Pessoas
Há-as de todas as formas e feitios.
Há-as sérias e brincalhonas.
Sisudas, simpáticas, trapalhonas.
Há que seja educado.
E quem seja malcriado.
Há quem procure a Paz.
E há também quem nos puxe o tapete sob os pés.
Há gente simples.
E também as há de nariz empinado.
Há quem viva de ilusões aparentes,
Num mundo disfarçado.
Enfim,
Há-as assim e há-as assado.
Há-as de todas as formas e feitios.
Há-as sérias e brincalhonas.
Sisudas, simpáticas, trapalhonas.
Há que seja educado.
E quem seja malcriado.
Há quem procure a Paz.
E há também quem nos puxe o tapete sob os pés.
Há gente simples.
E também as há de nariz empinado.
Há quem viva de ilusões aparentes,
Num mundo disfarçado.
Enfim,
Há-as assim e há-as assado.
1 de abril de 2009
Desejos!
Os desejos são lenha que mantém o fogo aceso.
São alimento para a alma que sonha acordada.
São momentos de fuga da realidade.
São fé.
O que são os desejos?
Um abraço para quem se sente só,
para outros, uma casita e um popó,
Tudo, para uns, é pouco.
Pouco, para outros, é tudo.
Outros ainda não desejam nada.
São assim os desejos.
São a vida imaginada.
São alimento para a alma que sonha acordada.
São momentos de fuga da realidade.
São fé.
O que são os desejos?
Um abraço para quem se sente só,
para outros, uma casita e um popó,
Tudo, para uns, é pouco.
Pouco, para outros, é tudo.
Outros ainda não desejam nada.
São assim os desejos.
São a vida imaginada.
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