O portátil teve um problema com as actualizações (e o software é genuíno, se não fosse provavelmente correria tudo bem), mas consegui recuperar tudo para um disco rígido externo.
Formatei o portátil, voltei a instalar tudo e quando fui copiar do disco externo (fotos, vídeos e trabalhos dos últimos 8 anos) este pifou e fiquei com quase nada do que tinha.
Acabei por ter um crash cerebral também.
Para que o vento não as leve ... deixo-as gravadas ao alcance de um olhar, para que perdurem no tempo, o tempo que cada um desejar.
25 de fevereiro de 2008
19 de fevereiro de 2008
Crash!
Dão-nos jeito, mas às vezes muitas chatices.
Falo do meu PC, crashou.
Hoje o cérebro não dá para mais.
5 de fevereiro de 2008
26 de janeiro de 2008
Tirei um curso!
Não. Não fui eu, foi uma amiga. Eis a mensagem que lhe deixei na fita:
Com um sorriso nos lábios arrepia caminho.
Transpõe os obstáculos e ergue-te se tombares.
Ama a vida e terás aquilo que desejares.
24 de janeiro de 2008
Um livro se fechou.
A cada dia corresponde uma página!
Um dia o livro termina.
Recebe a tua avó, Gui.
21 de janeiro de 2008
Hum!

Pus-me a pensar,
aguardando que as palavras saíssem.
Vazio e sem paciência para aguardar,
Fechei os olhos na esperança de que o silêncio me pudesse inspirar.
Nenhuma palavra saiu, nenhum pensamento fruiu.
Deitei-me então, esperando que o sono me permitisse sonhar.
E eis então, que a inspiração surgiu.
Mas, tal como apareceu, também fugiu.
17 de janeiro de 2008
Diário de um anjo
A amiga Sandra Anjos atribuiu-me o prémio:
Eu não vou escolher ninguém, mas os sites que visito com regularidade (não tanta quanto gostava), estão aqui ao lado nos links.
Obrigado Sandra!
13 de janeiro de 2008
Neve!
Fim-de-semana de neve - Sierra Nevada.

À chegada a noite estava escura como breu.
O dia claro como um véu.
À partida, o branco da neve ficou para trás unindo-se ao céu.
P'ró ano há mais.
9 de janeiro de 2008
Noite!
Quando falas ilumina-se a noite
E desperta o luar.
Acordam as estrelas
Só para te ouvir falar.
Para escutar o teu canto.
Para receber o teu abraço,
Que envolve como um manto.
Sais e encosto-me a um canto.
Aguardo o teu regresso
para repousar no teu regaço.
5 de janeiro de 2008
Vida!
Conduzia e ouvia na rádio uns segundos de uma entrevista a uma pessoa que não sei sequer dizer quem é. As poucas palavras que ouvi agarraram-se-me ao pensamento e já as usei mais de uma vez desde então:
«Não controlo as alavanas da vida, logo o futuro será o que me estiver reservado»
Foi mais ou menos esta a frase que respondeu quando lhe perguntaram sobre um possível caminho para o futuro.
30 de dezembro de 2007
Tempo
Tempo.
Luz.
Silêncio.
Vou voar e agarrar as estrelas.
Vou fechar os olhos e escutar a tua voz.
Vou sonhar e sentir a tua pele.
Vou acordar e sentir no ar o teu doce aroma a mel.
Luz.
Silêncio.
Vou voar e agarrar as estrelas.
Vou fechar os olhos e escutar a tua voz.
Vou sonhar e sentir a tua pele.
Vou acordar e sentir no ar o teu doce aroma a mel.
BOM 2008!
Ontem fiz 33 anos.
20 de dezembro de 2007
Natal
No Natal costumamos pedir.
Pedir presentes, saúde e outras coisas mais.
O que peço?
Em primeiro lugar, saúde para mim e para os meus e para quem por aqui passar.
Depois, para além do óbvio (coisas materiais, parte delas, puro consumismo) peço paz e serenidade de espírito e que os € cheguem para as despesas.
Pedir presentes, saúde e outras coisas mais.
O que peço?
Em primeiro lugar, saúde para mim e para os meus e para quem por aqui passar.
Depois, para além do óbvio (coisas materiais, parte delas, puro consumismo) peço paz e serenidade de espírito e que os € cheguem para as despesas.
BOAS FESTAS!
6 de dezembro de 2007
Sonhar
Expectar
Sonhar sem saber o que nos espera
Desejar
Querer e esperar
Sentir
Que não se consegue alcançar
Desistir
Verbo que não quero abraçar
Lutar
Se cair, ter forças para me levantar
Sonhar, Sonhar.
Sonhar sem saber o que nos espera
Desejar
Querer e esperar
Sentir
Que não se consegue alcançar
Desistir
Verbo que não quero abraçar
Lutar
Se cair, ter forças para me levantar
Sonhar, Sonhar.
24 de novembro de 2007
Música Nova
A música que se faz ouvir no blog faz parte da banda sonora do filme The Legend of 1900 e é de Ennio Morricone.
É um sopro suave ao ouvido no silêncio da noite.
Um toque na pele gasta pelo tempo.
O bater do coração.
Paz interior.
Um abraço apertado.
Dar a mão.
É um sopro suave ao ouvido no silêncio da noite.
Um toque na pele gasta pelo tempo.
O bater do coração.
Paz interior.
Um abraço apertado.
Dar a mão.
23 de novembro de 2007
Ufa!
Quão veloz és,
Que me atraiçoas e me apanhas desprevenido.
Que te vejo pelas costas
E por mais que corra,
andas sempre fugido.
Não te apanho,
não te sinto.
Como tu foges tempo!
Que me atraiçoas e me apanhas desprevenido.
Que te vejo pelas costas
E por mais que corra,
andas sempre fugido.
Não te apanho,
não te sinto.
Como tu foges tempo!
15 de novembro de 2007
Parabéns
Parabéns ao meu pequenote mais novo.
Fez hoje 5 anitos.

Metade do bolo estava óptimo, amanhã saberei se a outra metade também está.
10 de novembro de 2007
Saudade!
Guida,
O tempo passa, mas a saudade não.
É um espaço vazio no coração.
É uma dor que permanece.
E por mais tempo que passe,
Não se esquece.
É a ausência.
É um amargo sabor.
Um sentimento de dor.
É tristeza.
Mas, estejas onde estiveres,
Estás em nós e nós em ti.
Amiga, irmã, filha e tia GUI.
Amiga Guida, já lá vão dois anos desde a tua partida.
1 de novembro de 2007
Viver

Viver é passar pelo tempo e senti-lo a cada momento.
É agarrar cada instante como único e senti-lo como um todo.
É dar valor ao que nos faz crescer e aprender com o resto.
É escolher o caminho, umas vezes certo outras vezes errado.
É comandar o tempo e não permanecer sentado.
É arriscar, porque só assim se sabe que não se está enganado ou percorrendo o caminho errado.
Açores - não estive lá, mas hei-de ir um dia.
24 de outubro de 2007
15 de outubro de 2007
Crianças
Espirra o gigante,
Que ventania!
Espirra o menino,
Com o banho de água fria.
Zanga-se a mamã,
Zanga-se o papá,
Ladra o cão,
E o pato faz quáquá.
Pia o passarinho,
E a galinha da vizinha,
Vem o gatinho,
E a filha da madrinha.
Ó papá diz-me lá,
Como faz o burro?
Faz ão ão, às vezes,
Quando imita o cão.
Que ventania!
Espirra o menino,
Com o banho de água fria.
Zanga-se a mamã,
Zanga-se o papá,
Ladra o cão,
E o pato faz quáquá.
Pia o passarinho,
E a galinha da vizinha,
Vem o gatinho,
E a filha da madrinha.
Ó papá diz-me lá,
Como faz o burro?
Faz ão ão, às vezes,
Quando imita o cão.
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