15 de novembro de 2007

Parabéns

Parabéns ao meu pequenote mais novo.

Fez hoje 5 anitos.


Metade do bolo estava óptimo, amanhã saberei se a outra metade também está.

10 de novembro de 2007

Saudade!

Guida,

O tempo passa, mas a saudade não.
É um espaço vazio no coração.
É uma dor que permanece.
E por mais tempo que passe,
Não se esquece.
É a ausência.
É um amargo sabor.
Um sentimento de dor.
É tristeza.
Mas, estejas onde estiveres,
Estás em nós e nós em ti.
Amiga, irmã, filha e tia GUI.

Amiga Guida, já lá vão dois anos desde a tua partida.

1 de novembro de 2007

Viver


Viver é passar pelo tempo e senti-lo a cada momento.

É agarrar cada instante como único e senti-lo como um todo.

É dar valor ao que nos faz crescer e aprender com o resto.

É escolher o caminho, umas vezes certo outras vezes errado.
É comandar o tempo e não permanecer sentado.

É arriscar, porque só assim se sabe que não se está enganado ou percorrendo o caminho errado.


Açores - não estive lá, mas hei-de ir um dia.

24 de outubro de 2007

Amanhã


Hoje vi o arco-íris,

E fez-me sorrir.

Fez-me acreditar que

Mesmo para quem anda triste,

Dias melhores hão-de vir.






15 de outubro de 2007

Crianças

Espirra o gigante,
Que ventania!
Espirra o menino,
Com o banho de água fria.

Zanga-se a mamã,
Zanga-se o papá,
Ladra o cão,
E o pato faz quáquá.

Pia o passarinho,
E a galinha da vizinha,
Vem o gatinho,
E a filha da madrinha.

Ó papá diz-me lá,
Como faz o burro?
Faz ão ão, às vezes,
Quando imita o cão.

7 de outubro de 2007

Pedaços de mim!

Lanço pedaços de mim ao vento,
Quais folhas de Outono.
Vagueio ao sabor da brisa que me empurra para lugares sem fim.
Sou o ar que passa em mim.
Sou os caminhos que percorro sem destino.
E as árvores que me ladeiam a cada passo.
E sou as pedras e o tempo e o espaço.
E sabendo quem sou,
Tampouco sei quem sou ou para onde vou.
Quero apenas caminhar.
E continuar a sonhar.

30 de setembro de 2007

São vozes!


Oiço conversas sobre vidas que não conheço, sinto a alegria e a dor alheia, e o desespero daqueles cuja vida não sorri. Sinto que olhamos uns para os outros com vontade de partilhar o que nos vai na alma e no coração, mas não somos capazes de ir mais além e quebrar as regras que esta sociedade nos impõe. Vivemos presos, agarrados a medos em demasia, fechados na nossa concha, crendo estarmos protegidos dos outros, do mal - males - dos que nos circundam.
Vivemos sós, agarrados à solidão, presos ao receio de dar a mão, de abrir o coração. São liberdades perdidas, receios conquistados, alegrias esquecidas.

23 de setembro de 2007

Folhas!

São follhas que se desprendem.
São tardes pequenas,
E luzes que se acendem no lusco fusco do raiar da noite.
É um queijo e um copo de vinho,
É cada um recolher-se no seu ninho,
E cobrir-se qual manto de penas.
É saborear um chocolate quente,
E enrolado no sofá,
Sonhar, sonhar, e sonhar
E vaguear por aqui ou por acolá.

Nota: é Outono, mas hoje foi um dia magnífico de "Verão". E a água estava excelente. Meu belo Algarve.

17 de setembro de 2007

Bicha louca!

Neste fim-de-semana apareceu-me esta bicha louca a tentar devorar as flores. É uma nova espécie de lesma.








Nota: a bicha foi feita com base no filme "por água abaixo", em conjunto com os meus filhos. Boa Semana!

15 de setembro de 2007

Tempo


Veloz é o tempo a passar.
Tão veloz que, às vezes, parece que já passou o tempo que ainda falta passar.

É fim-de-semana, por isso, não tenhas pressa e passa devagar.

11 de setembro de 2007

Resistentes!

Foram uns dias de correria e de muitos quilómetros percorridos.

Do Verde água ao verde-escuro. Juntam-se aos verdes os castanhos dos troncos e da terra, os vermelhos, os rosas, os laranjas e outras tantas cores que os sentidos não conseguem distinguir.
É esta a natureza que nos circunda e que tão pouco respeitamos e preservamos.
Estas folhas ainda resistem, bem verdes, ao anúncio da chegada do Outono.


5 de setembro de 2007

Pensamento do dia

Um amigo enviou-me este pensamento:

Se 23% dos acidentes de trânsito são provocados pelo consumo de álcool, Isto significa que 77% dos acidentes são causados por pessoas que bebem água ou outras bebidas.

4 de setembro de 2007

Abraço

Abraçado por este ruído quase silencioso, adormeço e desperto.
Perco-me no tempo e vagueio num espaço ausente.
Num local descoberto me perco sem vontade de me encontrar.
Lanço-me ao vento com esperança de voar, mas, dormente, apenas pairo no ar o tempo de um olhar. Ainda assim, volto a lançar-me ao ar e voo até te conseguir abraçar.

3 de setembro de 2007

Início

Hoje começa mais um ano escolar!

Desejo: que este seja melhor que o anterior.

O verde é esperança.

30 de agosto de 2007

Gui

Amiga Gui,

Pudesse agarrar o tempo, agarrá-lo-ia!
Pudesse ser o vento, sê-lo-ia!
Daria, em cada segundo, ao mundo uma alegria.
E talvez pudesse, mais uma vez, ver-te. Bastava um dia!

Sortelha, passei por lá!

Sortelha, Beira Interior, Portugal

28 de agosto de 2007

De Volta e com a cara lavada!

Férias
Conversa sem pressa,
alma calma, corpo dormente,
água fria, vento quente.
Descanso, correria,
Noite breve e longo dia,
E, ao de leve, vai-se a calmaria.
Vai-se o tempo,
E vem mais um dia.

31 de julho de 2007

Tempo de férias!

Como é bom estar de férias.
A todos os que por aqui passarem: fiquem bem e até à minha volta. Boas férias para quem for o caso.

15 de julho de 2007

O sorriso do teu olhar

Embalo no sono e sonho contigo.
E ao ouvido te digo:
Nem mil flores têm em beleza a beleza do teu sorriso,
ou mil cristais o brilho do teu olhar.
Digo-te que te amo e que hei-de sempre amar.
digo-te que te amo e que é este amor que me faz respirar.
Acordo e segredo-te ao ouvido o que sonhei no sono embalado.
É este amor que me deixa dormir e me dá força para acordar.
É o teu sorriso e o teu olhar.

7 de julho de 2007

Crianças


À noite na rua

brincam crianças à luz da lua.

Esvoaçam mosquitos

e dormem os periquitos.

Que sons esquisitos!

São cães a ladrar?

Não. São pessoas a falar.



13 de junho de 2007

Tempo!

Parado há quase 15 dias e vai estar parado por mais outros tantos.

Voltarei depois das avaliações.


30 de maio de 2007

Sou ...


Sou o mar que te abraça,

Sou o vento que sentes na pele,

Sou a música que ouves no ar,

Sou o calor do sol e a luz do luar.

Sou a areia que pisas,

e a concha que apanhas à beira mar.

E sou os peixes que vês a nadar.

Sou o fogo e o céu e a terra e o ar também.

Sou tudo e sou nada,

E, sem ti, sou ninguém.

21 de maio de 2007

Parte de mim III

Eu danço: quando me apetece (raramente).

Eu canto: às vezes com os meus filhos e com os meus alunos. Eles dizem que eu canto bem - pobres crianças, não sabem como estão enganadas. Mas não sou eu que lhes vou dizer o contrário.

Eu choro: às vezes!

Eu falho: muitas vezes, mas tento aprender a cada vez que isso sucede.

Eu "luto": quando discordo, mas se me provarem que estou enganado, mudo.

Eu escrevo: muito e gosto de o fazer. Um dia quero escrever um romance (já comecei).

Eu ganho: sempre que acordo e que vejo as pessoas que amo (em todas as formas de amar), por mais um dia que seja.

Eu perco: quando dou importância excessiva a coisas e pessoas que não o merecem.

Eu confundo-me: facilmente, quando ando de carro. Não seria a primeira vez que, querendo ir a Lisboa, entro na auto-estrada para Espanha.

Eu estou: a ver o noticiário, actualizar o blog, a corrigir trabalhos da escola, e a ouvir a máquina a loiça.

Eu fico feliz: quando consigo fazer outra pessoa feliz também.

Eu tenho esperança: que um dia as coisas melhorem (santa ingenuidade)!

Eu preciso: de pouco, mas quero sempre mais que isso.

Eu deveria: adiantar trabalho e deixar-me destas coisas, mas é mais forte do que eu.

Eu sou: tudo o que já vivi e serei o que me falta viver.

Eu não gosto: de ter de contar o dinheiro, todos os meses, para ver se chega para pagar as contas e restantes extras. Mas que se há-de fazer?

E prants: acabôsse. UFA!

20 de maio de 2007

Parte de mim II

Continuando ...

Eu imploro: não é meu hábito implorar, mas se o tiver de fazer, que seja por algo realmente importante!

Eu procuro: ser fiel aos meus princípios e ser feliz.

Eu arrependo-me: de não pensar 1000 vezes antes de dizer o que penso (só em certas ocasiões, claro)!

Eu amo: a minha cara metade, os meus filhotes e todas aquelas coisas (incluindo fauna , humana ou não, flora e restantes artefactos) que me fazem feliz.

Eu sinto dor: às vezes, em especial quando me dói alguma coisa. Esta semana senti dor: no dentista (valeu a anestesia), quando fui fazer um passeio de bicicleta (mais pareceu uma tortura, mas valeu a pena).

Eu sinto a falta de: tanta coisa e, no entanto, só uma delas é realmente importante: a minha amiga Gui, que já não está fisicamente entre nós.

Eu importo-me: com todos aqueles de quem gosto e também com aqueles que não conheço, mas que não se podem defender e que não têm culpa das asneiras dos adultos.

Eu sempre: acreditei e continuo a acreditar que tudo acontece por algum motivo - só que a maior parte das vezes demoro a entender e outras vezes nunca chego lá, mas como também não sou nada perspicaz ...

Eu não fico: de braços cruzados muito tempo. Tento ser o comandante do meu barco (eu).

Eu acredito: que um dia isto há-de melhorar! Não sei é quando.

Já está quase no fim.

17 de maio de 2007

Parte de mim

Aqui vai a resposta ao desafio de quem comanda o blog: Sei que existes.


Um pouco de mim: Como é muito texto vai sendo publicado aos poucos.

Eu quero: ser feliz, claro! Isto pressupõe: saúde (minha e dos meus, e já gora dos outros também, mas uma dor de barriga não fazia mal a algumas pessoas), amor, amizade, €, ....

Eu tenho: tudo e nada. Passo a explicar: tudo, porque a balança pende mais para a felicidade; nada, porque tudo o que é bom e me faz feliz pode desaparecer de um momento para o outro, mas tento não pensar muito nisso.

Eu acho: que muitos de nós somos os grandes causadores da nossa infelicidade! (não são minhas as palavras, mas podiam ser)

Eu odeio: a maldade e a falsidade.

Eu sinto: que tudo o que é realmente bom é difícil de obter e é breve. Não devia ser assim, mas paciência. Amanhã será outro dia.

Eu escuto: menos do que devia e queria! Apesar de ter duas orelhas e uma boca, consegui inverter a máxima: ouvir o dobro do que se fala, ou falar metade do que se ouve. - devo ser um caso de estudo!

Eu cheiro: tudo o que me envolve (quando não estou constipado)!

Cenas do próximo capítulo ... (está ao fogo)

13 de maio de 2007

Fazer a diferença!



"Os Coristas" é o nome de um filme extraordinário. Vi-o hoje, emprestado por uma amiga, e aconselho-o a todos os que gostam de um bom filme.

Fez-me acreditar (ou continuar a acreditar) que todos podemos fazer a diferença! A juntar ao querer, mistura-se o crer e, com sorte, haveremos de o conseguir.

7 de maio de 2007

Verde


Montes até a vista não mais alcançar, o céu azul claro e o sol tão brilhante que quase nos cega. Verde a unir a terra ao céu num equilíbrio perfeito ou quase, não fosse o branco de uma ou outra casa salpicar o verde de mil e um tons. Do Verde água ao verde-escuro. Juntam-se aos verdes os castanhos dos troncos e da terra, vermelhos, rosas, laranjas e outras tantas cores que os sentidos não conseguem distinguir. A natureza quase intocável num equilíbrio e numa harmonia tão fortes quanto frágeis. As estações sucedem-se umas às outras num ciclo imutável desde sempre.



Esta é a terra que me faz sentir feliz.: a Serra Algarvia.

4 de maio de 2007

O Sol brilha!

O sol brilha todos os dias, mas brilha ainda mais quando uma criança de 7 anos - meu aluno - que foi de férias ao seu país natal durante um mês, me vê e me abraça e chora e não me larga durante uns minutos, mesmo com a mãe ao seu lado.
Mais palavras não saem.
Obrigado Gusthavo.

2 de maio de 2007

Sem tempo!

Ó tempo que me foges depressa,
sem me dar tempo ao tempo.
Quero olhar o mar e ficar,
ficar parado no tempo o tempo de um pensamento!
Quero fechar os olhos e sentir o vento nesta pele que me veste!
Quero olhar à minha volta e poder ver sem ser a correr o que se passa em redor!
Quero agarrar cada momento e guardá-lo para sempre em mim.
Quero, quero, quero ...
É este querer que não decresce,
É esta vontade de tudo fazer e que nos leva a pouco viver.
Porque é tão curto o dia em cada dia e a noite em cada noite?
Ó tempo que não olhas para trás!
Pudesse, e dir-te-ia: pára tempo que te quero sentir com mais prazer. Pára tempo e dá-me tempo para viver. Pára tempo e deixa-me, no teu embalo, adormecer. Para poder acordar desperto e mais perto do que é bem viver.

17 de abril de 2007

Vidas singulares

Cruzamo-nos com vidas singulares. Pormenores que nos diferenciam uns dos outros. Toques, tiques, cores, acessórios, mil e uma diferenças separam cada um de nós de todos os demais. Para além das formas do corpo: mais altos ou mais baixos, mais fortes ou mais fracos, a forma de andar, o cabelo, o olhar, são tantas as diferenças que seria impossível enumerá-las. Por trás de cada embalagem, diferente de todas as outras, escondem-se milhões de momentos únicos. Momentos que não se repetem, momentos que tornam cada vida única e especial. Como um livro de histórias .

9 de abril de 2007

Vozes

São tantas as vozes que oiço em mim
E tampouco sei quais seguir.
Se as do coração,
ou os sons que vêm da razão.
O coração dita-as pelo sentimento
E a razão? A razão, pensa e não sente.
Se a emoção me leva,
perco a razão porque o coração não mente.
Se a razão me leva,
perco o caminho do alento.

Uma Boa semana.


1 de abril de 2007

Doce


A vida devia ser doce.
Doce, mesmo para quem é amargo.
E se doce fosse,
talvez, quem amargo é,
doce se tornasse.


Palavras doces,
melodias suaves e desejadas.
Momentos doces,
alegrias vividas e partilhadas.


A um amigo, dou um doce,
não em troca de um beijo salgado,
mas em troca de um momento bem vivido,
de um momento desejado.
O bolo é de chocolate (made by me) com açúcar em pó, e a flor: um jacinto. Momentos doces.

18 de março de 2007

É tempo ...

... de viver em paz,
de olhar o céu e sorrir,
de abraçar quem amamos
e de ver a natureza florir.

... de sentar à beira mar
e escutar o som das ondas a rebentar,
e o piar das gaivotas que voam sem cessar.

... de sentir a brisa na pele, que aquece ao sol,
e de beijar. De vos beijar.

... de sentir o doce sabor do mel,
que é olhar o vosso olhar.

... de agarrar cada momento.

... de viver cada segundo como se
cada momento fosse o nosso último
segundo neste mundo.

... de parar e viver intensamente
as vossas conquistas,
e dar-vos alento nas derrotas.

... de vos abraçar e viver com alegria enquanto Ele me permitir acordar bem a cada dia.

Às minhas 3 paixões.

6 de março de 2007

Tempo que foge!

Quero ser dono do meu tempo,
e ter tempo para me perder.
Quero perder-me no tempo
o tempo que me apetecer.
Quero ter tempo para sonhar
e tempo para parar.
Quero ter tempo para viver
e tempo para nada fazer.
Onde estás tu ó tempo que não te consigo agarrar?
Onde estás tu ó tempo que que não te consigo encontrar?

25 de fevereiro de 2007

Amigos

Há pessoas que vivem sós no meio de uma multidão
Há pessoas que vivem tristes sem um ombro onde encostar
Há pessoas com sorte e outras não
Há pessoas que não têm quem beijar
Há quem que não tenha sequer alguém para dar a mão
E eu (nós) tenho amigos que me fazem acreditar que se um dia for mau, outro virá em que tudo irá melhorar.
À amizade!

17 de fevereiro de 2007

Jardim


São flores deste meu jardim
São minhas sementes
São parte de mim
São os meus rebentos
A extensão do meu ser,
Da minha existência
Razão do meu viver
E da minha sobrevivência.
As flores mais belas do mundo.


Há cerca de um ano escrevi estas palavras sobre os meus filhos.

26 de janeiro de 2007

Inés da minha alma!


Acabei de ler. Mais um excelente livro de Isabel Allende.

Não há 2 sem 3 ...

1 - O meu filhote está um pouco melhor e eu mais descansado. (Esta é a mais importante);

2 - Uma amiga tem uma teoria: os nosos (des)governantes devem andar todos drogados, só isso justificaria tudo o que se vive, hoje, no nosso país - eu concordo;

3 - A minha escola está um caos e a gestão está a conseguir o impossível: a cada acção, piorar o que já está muito mau.

Posto isto ...

22 de janeiro de 2007

12 de janeiro de 2007

Os dias passam!

Os dias passam,

O que eu quero: que os dias passem sem se sentir - seria tempo bom.
Não ter vontade de fugir, para longe partir.

Não ter vontade de dormir para esquecer.
Então eu teria todo o gosto em pintar o mundo com as cores da minha paleta.
Dar-lhe-ia as cores dos sonhos.
O que eu desejo: é que os dias sorriam às noites para que as manhãs despertem contentes. Que o sol brilhe e me dê alento para continuar a lutar. Para acreditar que amanhã vai ser um dia melhor.


O meu filhote: vai! E eu tento ir também.

7 de janeiro de 2007

Medo!

São quase 5:00 da matina e pela primeira vez na minha vida (que me lembre) não consigo dormir.
Se entrasse num blog e visse um post escrito a esta hora, diria, no mínimo, que o autor estaria louco. E eu como estou? A caminho, se não conseguir descansar a cabeça.


É este aperto no coração.
Este sufoco que me consome.
Esta mente que não larga a razão.
Este coração que sente dor.
Neste momento, fome sem vontade de comer.
Uma preocupação constante,
por ver o sangue do meu sangue doente.
Por ter medo que o futuro não sorria ao meu filho.
Por ver o meu filho doente.
E eu, incapaz de encontrar um trilho
Que me leve à cura deste mal que perdura.


Foi diagnosticada psoríase ao meu filho e tem vindo a agravar bastante.

29 de dezembro de 2006

Mais um!

32

O tempo passa,

os anos parecem dias e os dias parecem segundos.


A vida é o que nós fazemos dela, e com amigos é sempre mais bela.


A todos um excelente ano de 2007.

16 de dezembro de 2006

Onde estou?

Onde estão a praia de areia quente e o sol calmante?

Ou a água a correr nos riachos da montanha que me apazigua a alma?

Onde estão os minutos e as horas que passam por mim?

Onde está o prazer em nada fazer?

A bexiga cheia sem tempo para esvaziar, a barriga vazia sem tempo para saciar a fome que perdura, os músculos tensos, o cérebro exausto e o corpo cansado. Para quê?

Onde está a paz que sinto passar por entre os dedos que junto como posso, mas que passa ainda assim como se de uma rede se tratasse?

Onde está o silêncio que não encontro?


Estarei no sítio certo? Ou no caminho errado?



10 de dezembro de 2006

Pessoas!

Há muitos tipos de pessoas, mas eu gosto de dividi-las em três grupos: as pessoas boas, as assim-assim e as com mau fundo.
Todos os dias lido com pessoas destes três tipos. As pessoas com mau fundo fazem-me lembrar o quão bom é ter amigos que são boas pessoas. As pessoas assim-assim, fazem-me ter esperança que um dia tornar-se-ão boas pessoas (todos podemos melhorar). Mas há um tipo de pessoas que me incomoda: aquelas que não sei o que realmente são, ora parecem uma coisa, ora parecem outra, e eu não sei o que esperar. Um dia hei-de aprender a lidar com este tipo de pessoas.

Nota: o tempo é curto para tudo o que há para fazer, e por isso o blog tem andado menos actualizado.

27 de novembro de 2006

Sempre o tempo!

O tempo voa como se os dias fossem um nada constante. O tempo voa como se a noite não existisse. São semanas que desaparecem num ápice, meses que parecem ausentes, anos que, não os sentindo, deixam marcas persistentes.
Persistentes são também as dúvidas constantes que me assolam o dia-a-dia destes meus dias de viagem. Esta passagem que quero que seja, no mínimo, prazerosa, se não puder ser excepcional, sob todas as suas formas, excepto a de sofrimento. Que cada momento de felicidade seja mais sentido que dez de dor (para não pedir em excesso), e que cada um destes seja um suspiro breve, leve.

Acho que já pedi demasiado, mas como pedir não custa ...



Boa semana para todos os que por aqui passarem!

25 de novembro de 2006

Silêncios

No silêncio da noite,
Com o corpo dormente e a mente ainda presente,
Escrevo algumas palavras, porque muitas não consigo,
não por falta de desejo,
mais pela dormência que me toma rapidamente,
E enlevo o pensamento no sonho acordado,

viajando por lagures distantes,
para me perder num sonho descansado.

Bom fim-de-semana.

20 de novembro de 2006

Dia de aniversário II


Como estamos em maré de aniversários, aqui vai um grande abraço para a amiga Ana pelo seus trinta anos (sim, porque os restantes não são visíveis).

Com direito a poema!

Brilhasse o sol metade do teu sorriso,

ou tivesse o mar metade da quantidade da tua amizade,

transbordaria o mundo de alegria,

e estaríamos todos no paraíso.

Um grande abraço!

(Nem sei muito bem o que tudo isto quer dizer, mas gostei das palavras que foram saindo. No fundo quer dizer que gostamos muito de ti. Parabéns)

15 de novembro de 2006

Dia de Aniversário!


Faz hoje 4 anos que a família aumentou.

Parabéns ao meu filhote Henrique.
Estão todos convidados! :)

10 de novembro de 2006

Saudade!

A ti e a todos os que te amaram em vida, Gui

É suadade que sinto.
Que sentem todos os que te amaram e continuam a amar.
É a vontade de te abraçar e apertar com força para não te deixar partir.
É dor que sentimos por, juntos, não podermos voltar a rir.
É o tempo que passa e a tristeza que perdura.
Um ano de saudade em que procuramos fugir à amargura.
É a saudade que sinto.


Faz hoje um ano que partiu a minha amiga e cunhada: Guida. Uma irmã.

8 de novembro de 2006

Uhg!

Na passada segunda feira, vinha eu no meu carro com o meu filhote mais velho, quando ao nosso lado, no semáforo, pára um homem, dos seus 40 anos, num Mercedes. Tudo normal, não fosse o homem estar a comer, todo deliciado, os macacos que ia tirando do nariz. E ainda por cima foram vários os dedos que utilizou e até mastigava com deleite.

Sorte foi o meu filho não se ter apercebido.

Moral da história: quem anda de Mercedes também gosta de apreciar determinadas iguarias.

1 de novembro de 2006

É o céu!

É o mar, a terra e o céu,
E o vento do Sul que te aquece.
A brisa que te envolve como um véu,
Este desejo que me enlouquece:
O de apagar em ti, este fogo que arde em mim.
Apagá-lo no teu regaço,
Este meu corpo, este teu pedaço.
Ser em ti parte de mim que me esqueço que sou,
Cobrir-te de mil beijos de amor,
Abraçar-te e sentir o teu calor.

Ao meu Amor!

27 de outubro de 2006

Menino ou menina?

Ontem, nos balneários da piscina, enquanto vestia o meu filhote mais pequeno, ele diz-me para aproximar a cabeça da dele para me contar um segredo. Ao que respondi prontamente e eis então o que me contou:

- papá, aquela menina tem uma pilinha! - disse-me com ar espantado.

Desatei a rir e até fiquei envergonhado, pois havia mais gente no balneário.

Fica a explicação: o tal menino tinha o cabelo mais comprido do que é habitual ver-se nos meninos, e o meu pequenote de 3 anos confundiu.


Tudo o que é pequenino é bonito.

A imagem foi-me enviada por mail, desconheço o autor.

22 de outubro de 2006

Desabafos!

Nem sei por onde começar.

Eu, que até sou uma pessoa calma e despreocupada (e atenção que ser despreocupado não significa ser desleixado. Sou até muito exigente, comigo e com os outros) ando numa pilha de "nervos".

Quando alguém diz que é nervoso, eu penso: pois, muitas vezes até é bom ser-se nervoso, sempre é uma desculpa para os momentos de maior stresse.

Como não gosto nem consigo simplesmente cruzar os braços ,é-me difícil, quase impossível, ver gente a dirigir a escola onde trabalho de uma forma tão pouco ética, profissional e desorganizada, e ficar calado assistindo a tudo e sofrendo as consequências.
Como sei que as palavras leva-as o vento, prefiro colocar as minhas questões por escrito e deixar os meus pensamentos registados nas reuniões. Ora, como as pessoas a quem coloco questões não são pessoas seguras e competentes (e já duvido que o seu esforço em melhorar seja real) fico em maus lençóis e aí vêm as represálias. Pois quando as respostas não surgem pela via diplomática e ética, com o recurso à legislação e ao bom senso, surgem pelo quero, posso e mando.

Como é que se lida com gente desta? Deito-me a pensar na escola e acordo a pensar na escola, qualquer dia estou como aqueles que, por dá cá aquela palha, já estão com atestado psiquiátrico.

Socooooooooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrrrrrroooooooo! Anda tudo louco!

16 de outubro de 2006

Fim!

Hoje, quando cheguei a casa, recebi a notícia que o pai de uma menina da sala do meu filho mais velho tinha falecido. 38 anos, pai de uma menina de 7 anos e um bebé de 1 ano. Fez-me pensar: quanto vale a vida?

Penso que valerá por cada momento de felicidade própria e alheia que conseguimos produzir.

11 de outubro de 2006

É de loucos!

Sou professor, mas trabalho numa obra (ver post's anteriores) que dá guarida a muitas galinhas ou a outras aves barulhentas.
Ninguém se entende, todos(as) falam (quase gritam) ao mesmo tempo, todos(as) têm razão (ou assim acham) e, no fim, todos ficamos cansados de muito discutir e nada (ou quase) resolver.
Haja paciência.

8 de outubro de 2006

Quanto valem os amigos?

Neste fim-de-semana valeram 981 km e 700 metros e umas horas retiradas ao sono para, com Coimbra como pano de fundo, umas horas de companhia, muitos abraços e beijinhos (estes últimos só a elas, claro) mostra de rebentos (filhotes), e para pôr a conversa em dia.
É isto que valem os amigos: amizade sem limites nem barreiras.

3 de outubro de 2006

Ser

Não fosse o céu azul,
ou o mar as lágrimas do amor.
Não fosse o sol o fogo que ilumina,
e eu seria tudo e todos para ver em ti o doce olhar de menina.
Tivesse de ser o mar para te ter,
ou de agarrar a lua para te poder abraçar,
e eu seria tudo e todos para te amar.
Eu seria a areia que acaricia os teus pés,
daquela praia vazia que percorres de lés a lés.
Eu seria os peixes do mar e os pássaros que voam.
Eu seria tudo e todos menos aquilo e aqueles que te magoam.
Eu seria o vento fresco do Norte,
no Verão quente do Sul.
Eu seria a tua sorte ou o doce sabor do mel.
Eu seria o ar que respiras,
e seria as mãos ternas que acariciam a tua pele.
Não fosse o céu azul e o mar também.
Eu seria apenas o vento que passa, mas, assim, eu sou aquele que te ama mais do que todo o alguém.

Dedicado a quem amo, de todas as formas de amar e a todas as pessoas que amam, apenas por ser essa a sua forma de estar.

28 de setembro de 2006

Esquentamento cerebral!

Tenho o cérebro a 200 à hora! O corpo cansado e uma vontade de dormir que supera a capacidade de estar acordado. E ainda há pouco começou o trabalho. Estou feito! Vou tomar vitaminas.

26 de setembro de 2006

Ser criança!

Hoje o meu filhote mais novo (com quase 4 anos) disse-me para contar até 2003 que ele ia esconder-se. Como é óbvio, contei até 3 - como termina em três ele não notou qualquer diferença, nem sei onde foi desencantar o 2003 - e lá fui eu.
Quando entrei no quarto, encontrei-o em 2 segundos, mas fiz que procurei atrás da porta, por baixo da cama, e acabei sentado no sofá a dizer que não o conseguia encontrar. Ficou todo feliz. Depois repetiu-se toda a história mais 3 ou 4 vezes, sempre no mesmo esconderijo. Que alegria.
Normalmente esconde-se com os pés à mostra (às vezes, até com o corpo todo menos a cabeça), mas desta vez até estava bem escondido. Como é bom ser criança (quando se é amada e bem tratada, claro).

Um excelente dia para quem por aqui passar. P'rós outros também.

Nota: hoje esteve a TVI na minha escola, aquilo está um caos.

21 de setembro de 2006

Resposta ao desafio

Em resposta ao desafio que me foi lançado pela Sandra Anjos no seu Blog: Diário de um Anjo, sobre a uma personagem animada da BD com a qual me identifico:

1- a minha mulher acha que o tio Patinhas é-me próximo - nem digo porquê;
2 - eu acho que também tenho algumas semelhanças com o pateta - brinco muito e às vezes ando no meu mundo (mais vezes do que devia); 3 - os meus filhos já dormem, por isso nem lhes perguntei (se calhar ainda teria alguma surpresa), mas como sou muito ligado aos meus rebentos também acho que me identifico com o Donald (no caso dele sobrinhos - quem é o pai deles? Não me lembro!); 4 - O Mickey é responsável, ponderado e isso também sou, mas ele é perspicaz e eu nem por isso.

Por tudo isto, acho que sou uma miscelânea das várias personagens, com defeitos e virtudes de todos eles.

19 de setembro de 2006

Início!

A minha disponibilidade tem andado por outras bandas!

Comecei mais um ano lectivo e desta vez numa escola nova. Bonita, espaçosa (no espaço exterior nem por isso). É bom estrear uma escola e até tenho uma sala só minha (o que é muito bom).

Pior, pior, é a obra não estar terminada. Não há ainda electricidade nas tomadas, nem giz, nem apagador, nem fotocopiadora, nem telefone, nem auxiliares suficientes para acompanhar os alunos nos intervalos ou nos almoços (são os tontos - alguns de nós - que ficam sem almoçar para que os meninos almocem). Enfim, falta tanta coisa que a lista seria absurdamente extensa. Vale, no fim, a vontade de alguns palermas (mais uma vez, alguns de nós) que inventam o impossível para manter a escola a funcionar.
Já me esquecia, enquanto os miúdos estão nas salas e nos intervalos, há trabalhadores de cigarro na boca e ferramentas, quase a voar, de um lado para o outro, tudo para tentar acabar a obra onde dou aulas.
Com um início destes, vale a vontade de que tudo normalize rapidamente.

Um bom ano para todos os bons professores e para todos os outros bons profissionais.

12 de setembro de 2006

Palavras

O que oiço?
Oiço risos de criança.
E oiço alegria no ar.
E esta magia que me faz pensar:
Por que tive de crescer? E por que há quem perca a esperança?
Porquê pensar?
Pergunto a quem me ladeia:
Dança?
E juntos dançamos e espalhamos alegria.
E que oiço?
Oiço folia. E sinto-me feliz por viver num mundo de magia.
Fecho os olhos e o que oiço?
Oiço o silêncio.
E sinto paz.
Oiço o bater do coração.
E sinto que esta minha vida não é fugaz.
E durmo feliz, porque amo e sou amado e é destas coisas que a vida se faz.
Nota: Sorrir é o melhor remédio para curar os males que a vida nos traz.

11 de setembro de 2006

Que vejo?

Verei
Olho em redor e que vejo?
Vejo gente confusa, de dedo em riste à procura de atenção.
Vejo gente triste, sem um regaço onde se deitar.
E vejo gente pobre, sem eira nem beira, pedindo um pouco de pão.
Que vejo?
Vejo gente rica, sem um ombro onde se apoiar e desabafar.
Vejo gente com pressa, que enrola a conversa e nos faz atrasar.
E vejo gente sem amor, que não sabe se tem coração.
E que vejo?
Vejo tudo e vejo nada.
Vejo gente amada e gente desamparada.
Vejo gente correndo e gente parada.
Não vejo.

Nota: nunca é boa altura para formatar o computador! Mas chegou a hora. Pena não haver uma hipótese de formatar e reinstalar o meu cérebro, à minha vontade. E já agora, fazer um "upgrade". Em breve voltarei.

8 de setembro de 2006

Até que enfim!

Ninguém comentou o facto do título do post anterior não ter nada a ver com o post em si.
Esqueci-me de dizer que também tenho os meus momentos de loucura. Aliás, alguns momentos de sanidade. É O STRESSSSSSSE!

BOM FIM-DE-SEMANA

7 de setembro de 2006

Filas do hipermercado!

Por estes dias uma "cidadã bloggueira", vulgarmente denominada O Mafarrico, decidiu, só para me chatear, incluir-me numa daquelas correntes parvas. Esta é daquelas que tenho de dizer seis coisas sobre a minha pessoa. Não tem sentido dar continuidade à corrente, por isso mesmo, e porque nem tudo tem de ter sentido, aqui vai.

1º - Entre muitas outras coisas, sou guloso, gosto de cozinhar e de comer o que cozinho;
2º - Gosto de escrever, mas frequentemente o cérebro escorrega-me e não o consigo encontrar (por mais que o procure);
3º - Sou sortudo: tenho 3 seres maravilhosos constantemente a meu lado (ela e 2 eles);
4º - Se algum dia eu apanhar O Mafarrico, dou-lhe (a ela) uma grande coça e acorrento-a. Quer isto dizer que sou uma pessoa pacífica e equilibrada, que não guarda remorsos;
5º - ... obrigo-a a decorar todas as músicas dos D'zrt e da Floribela, ou seja, não sou vingativo;
6º - como sou uma boa pessoa vou parar a corrente por aqui e desejar a todos os leitores um dia melhor que o de ontem e ligeiramente menos bom que o de amanhã.


Nota: a ordem foi aleatória.

5 de setembro de 2006

Palavras

Uma amiga disse-me estas palavras quando falava sobre problemas de família: são pequenos nadas que, juntos, compõem um todo. Depois, fazem com que nos sintamos todos mal e nos afastemos.

Não bastam os laços de sangue para que as pessoas gostem umas das outras ou se dêem bem. É necessário cultivar a amizade, quer sejamos familiares ou amigos.

Nota:não consegui juntar uma imagem, o blogger está em dia não.

1 de setembro de 2006

Pensamentos!


Às vezes gostava de saber o que vai na cabeça das pessoas. Não com o intuito de cuscar só por si (e daí não sei), mais para saber aquelas coisas que não nos dizem, mas que pensam. Talvez houvesse menos mal-entendidos.

Como não consegui uma foto do meu cérebro, este vem da Wikipédia

31 de agosto de 2006

Desafio!

Deixo-vos um desafio:

Na posição sentada, ou de pé, fazer círculos no chão rodando o pé direito no sentido dos ponteiros do relógio (para a direita, esta é só para os distraídos).


Com a mão direita, desenhar ao mesmo tempo um 6 no ar (o desenho do seis começa na parte superior)

Nota: os esquerdinos fazem, obviamente, com a mão e pé esquerdos. E os ambidextros fazem com ambos os pés e mãos em simultâneo.

E que tal?

28 de agosto de 2006

Sem amigos, a vida é triste.

Queria (ou devia) escrever sobre a alegria de viver ou sobre o amor.
Não queria (mas não consigo deixar de) escrever sobre a tristeza ou sobre aqueles que nos provocam dor.
Questiono-me frequentemente por que motivo há tanta gente infeliz e sem amigos? E que agarrada à sua infelicidade faz os felizes (eu) perderem a coragem de sorrir perante a realidade. Gente que impõe uma realidade amarga, e que vivendo essa realidade, se decompõe por não ser amada. Amada e desejada. Este amor de que falo é de calor humano, de carinho e amizade, de um ombro amigo, da partilha da felicidade. Da partilha da dor, porque dividida custa menos. Esta gente (gentalha) de que falo, espalha dor para não ver sorrir nem deixar viver, em paz, aqueles cuja vida lhes dá prazer.

Só por causa dessa gente pequena já comi uma queijada de Sintra que a amiga ANA me trouxe. A estas horas é pecado, mas é excelente para afogar as mágoas. Resta-me apenas dizer: obrigado
(Mais um pneu)

26 de agosto de 2006

17 de agosto de 2006

Tempo

Desse o tempo tempo ao tempo e eu teria tempo para fazer quase tudo o que quero, mas como o tempo não dá tempo ao tempo, vou fazendo o que posso!

16 de agosto de 2006

Liberdade

Às vezes gostava de ser livre como uma libelinha.


Mas hoje desci a 230 metros de profundidade (a direito) onde a sensação de liberdade é muito relativa.


Ainda dava para descer mais umas dezenas de metros.

Estalactites de sal.

13 de agosto de 2006

Afinal o que somos nós?

Segundo Lavoisier: na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Assim, nós somos parte de tudo o que já existiu e seremos parte de tudo o que alguma vez existirá. Somos imortais enquanto matéria e seremos lembrados pelo que fizemos, por aqueles que amámos ou por aqueles que simplesmente um dia se cruzaram connosco na encruzilhada da vida. Mas, acima de tudo, somos o que fazemos e seremos seres superiores se partilharmos em maior quantidade a felicidade, o amor, o respeito, a honestidade e todas as virtudes que nos elevam. Caso contrário, seremos apenas recordados como alguém que nunca deveria ter existido.

E afinal, o que somos nós?

10 de agosto de 2006

Filosofando!


Continuando com as questões da existência ...

O que somos nós se não um grão de areia na imensidão do Universo?

E o que somos nós se não um piscar de olhos na eternidade da existência?


Nota: a resposta no próximo post.

8 de agosto de 2006

3 de agosto de 2006

São as férias!

São as férias que não me deixam escrever.
É este calor que me entorpece as ideias.
É a inacção de uma acção desenfreada.
São os dias que passam a correr.
É o sol que me deixa a cabeça desnorteada.
É a folga que gosto de fazer.
E a gula.
São as feiras que não quero perder.
São os petiscos e os mariscos e as espetadas de lula (foi só para rimar).
E tantas coisas mais, que me apetece adormecer.